Quilombo Lemos convoca Movimentos Sociais a somar na luta pela garantia do território.

FONTE: União Nacional Camponesa

Na manhã de quarta-feira (7), o Batalhão de Choque da Brigada Militar do Rio Grande do Sul invadiu o Quilombo exercendo um mandato de reintegração de posse à pedidos do Asilo Padre Cacique.

Segundo a redação do Reporter Popular, o quilombo se localiza na Av. Padre Cacique, nº 1250, nos fundos do asilo. A ação se deu de forma ilegal, sem presença do Conselho Tutelar, sem apresentação de proposta de destino para as famílias quilombolas e sem reunião prévia entre a comunidade e o judiciário.

O Quilombo assentado no território desde os anos 60 pelo casal Jorge Alberto Rocha de Lemos e Delzia Gonçalves de Lemos, trabalhadores do Asilo, conta com cerca de 60 pessoas e é referência para comunidade negra de Porto Alegre.

Houve resistência dos moradores junto com ativistas da Frente Quilombola RS que impediram o despejo das famílias e a violência policial, ainda assim o Quilombo Lemos corre risco de perder o território e realiza a partir desta quinta-feira (8) vigília na área.

Veja atualizações e vídeo na página Somos Quilombo Lemos.

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