CONAFER e FAFERMA parabenizam agricultores indígenas do Maranhão por grande encontro

Nos dias 30 de novembro e 01 de dezembro aconteceu o I Encontro de Agricultores Indígenas e Caciques do Maranhão, na Aldeia Barreiro, T.I. Araribóia, no município de Amarante. Dentre as inúmeras pautas e reinvindicações, a que teve maior destaque e adesão foi a organização dos grupos de agricultores para que possam batalhar por seus direitos e melhores políticas públicas.

No encontro estavam presentes diversos grupos de agricultores indígenas e caciques de 53 comunidades indígenas do Maranhão. Na busca por uma vida mais digna e pela garantia do sustento de suas famílias, eles se unem entendendo que o fortalecimento mútuo e o trabalho em rede são ótimas ferramentas para prosperar, e assim melhorar também a saúde e educação em suas comunidades.

O Presidente da CONAFER, Carlos Lopes, e a Presidente da FAFER Maranhão, Érika Nogueira, vieram a público parabenizar a iniciativa desses agricultores indígenas e se mostraram a disposição para trabalhar junto para implantar projetos de Agricultura Familiar e Sustentabilidade, como plantio agroecológico de batata doce, milho, mandioca, arroz, etc. Além de articular o Sisteminha da Embrapa, do Professor Luís Guilherme e desenvolver a ideia da implantação da Usina FLEX de Etanol de Batata Doce no município de Amarante-MA. A viabilidade do cultivo da Batata Doce para Produção de Etanol Social Indígena marcará a introdução de uma atividade produtiva capaz de contribuir com a geração de emprego e a renda dos agricultores familiares indígenas no estado do Maranhão, além de contribuir para reduzir a prática da agricultura itinerante dos agricultores, pois a cultura da Batata Doce será uma cultura permanente, e que poderá receber nas suas entrelinhas culturas alimentares como o feijão, milho, mandioca, abobora, gergelim, arroz, amendoim, além de fruteiras e do algodão.

A CONAFER sabe que trabalhando junto será possível atender a todas essas demandas e muito mais, sempre na luta para que o agricultor familiar e os parentes indígenas possam viver com dignidade e prosperidade. Juntos somos um!

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