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Saúde no campo: conhecendo as doenças ocupacionais

O desenvolvimento da Agricultura Familiar, que hoje representa 90% da produção de estados brasileiros, em suas tarefas diárias, apresenta atividades que requerem esforços manuais constantes e rotineiros. Esses esforços são responsáveis por parte dos índices de problemas de saúde que acometem os trabalhadores e que muitas vezes levam a incapacidades para o trabalho.


POR QUE? Com o passar dos anos, os principais sistemas de funcionamento do corpo humano, começam a apresentar diminuição da sua capacidade funcional, ou seja, os movimentos diversos que são necessários no dia a dia do campo, passam a ser realizados com dificuldades, os indivíduos começam a apresentar desconfortos e dores com risco maior de ocorrência de lesões osteomioarticulares que afetam ossos, coração, articulações em função do envelhecimento fisiológico do organismo.

COMO? Movimentos repetitivos, realizados várias vezes no dia, em grandes períodos de tempo, em posições em que é preciso se abaixar no manuseio da plantação e ficar nessa posição por várias horas, capinar, regar, entre outros, podem desenvolver as
Doenças Relativas ao Trabalho (DORT) e as Lesões por Esforço Repetitivo (LER).

Mas nem tudo está perdido! A atividade física orientada e dirigida pode contribuir, ajudando a diminuir os sintomas e a prevenir essas doenças ocupacionais, melhorando a qualidade de vida no campo.

Nos próximos informativos, apresentaremos sugestões de como melhorar e prevenir
essas doenças.

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