A importância da água para hidratar-se

Em certos períodos do ano, é comum que a temperatura suba no Brasil. Em consequência, transpirar passa a ser um fenômeno natural e torna-se parte da rotina do corpo. Quando o organismo passa a liberar calor e eliminar substâncias, uma medida passa a ser essencial: tomar água. A ordem é universal entre os especialistas da saúde, “hidrate-se”. Mais do que nunca, é importante entender os benefícios da prática e rapidamente, inseri-la no seu dia a dia.

VOCÊ SABIA que a água está presente em 70% do organismo e é a substância que no transporte de nutrientes e oxigênio para as células. Além disso, também tem poder diurético (auxilia o funcionamento do rim), regula a temperatura corporal e pode desintoxicar o corpo. Tudo isso é capaz de contribuir para a perda de peso e gera uma sensação de bem-estar. Portanto, não sofra mais com indisposição, mantenha o corpo saudável e hidrate-se. Veja alguns conselhos abaixo e não deixe de tomar água.

  • 1 copo de água após acordar ajuda a ativar os órgãos internos e cura 95% dos casos de gastrite
  • 1 copo de água 30 minutos antes da refeição ajuda na digestão
  • 1 copo de água antes do banho ajuda a abaixar a pressão sanguínea

O ideal é ingerir cerca de 2,5 litros de água diariamente, os nutricionistas indicam beber um copo a cada uma hora. Você pode ingerir a água pura e também buscá-la em alimentos, como frutas e verduras, por exemplo:

  • Laranja, melão, melancia, alface, brócolis, pepino, abacaxi, tomate, abobrinha, dentre outros alimentos.
    A água contribui para todo o nosso corpo! Seja nas células, no cérebro, no coração, na digestão, nos rins, intestino, músculos e articulações e também melhora o funcionamento do sistema imunológico.
    A ingestão adequada de água pode diminuir o risco de contrair várias doenças, ela é nossa aliada!

Para a CONAFER, quem produz é quem deve ter a posse da terra

da Redação

Neste dia 30 de Novembro comemoramos o Dia da Reforma Agrária e do Estatuto da Terra, símbolos da luta pela independência econômica e social da agricultura familiar

A Reforma Agrária idealizada há décadas teve por objetivo distribuir riqueza, gerar renda, preservar o meio ambiente e produzir alimentos saudáveis. A data foi escolhida porque foi neste dia, há 56 anos, que foi editado o “Estatuto da Terra” (Lei nº 4.504/64) – responsável por regular os direitos e obrigações relativas aos bens imóveis rurais, para os fins de execução da Reforma Agrária e promoção da política agrícola.

Mas é na posse da terra que o agricultor ganha a liberdade de escolher o seu futuro. Mesmo que política pública de democratização de acesso à terra no Brasil tenha introduzido mudanças profundas no modo como o direito tratava a relação do homem com a terra, e ao condicionar a apropriação individual deste bem ao cumprimento de sua função social, ainda estamos longe de ter todos os agricultores familiares trabalhando em sua própria terra.

Na história da regularização fundiária, a ausência de um processo de seleção, permanência e titulação da terra já causou muitos danos ao Brasil e uma imensa mancha de sangue. Até aqui os conflitos no campo já ceifaram milhares de vidas, provocaram a destruição do meio ambiente e produziram um atraso de décadas no desenvolvimento da nossa infraestrutura agrária.

Foto: Memorial da Democracia

A luta política pela democratização do acesso à terra realizada pelos trabalhadores rurais com pouca ou nenhuma terra é longa e teve papel fundamental na incorporação pelos governos democráticos da Reforma Agrária como política de Estado. Mas os tempos são outros.

Dados do IBGE de 2017 apontam que 84% das propriedades rurais são de pequenos agricultores familiares e 77% dos trabalhadores do campo trabalham em pequenas propriedades. Portanto, a agricultura familiar é uma das molas propulsoras da nossa economia, sendo responsável por mais de 10% do PIB brasileiro.

A regularização das propriedades de pequenos agricultores é uma necessidade para se garantir o desenvolvimento ainda maior deste importante segmento econômico. Com a regularização fundiária, a agricultura familiar brasileira ganha autonomia e liberdade para escolher o modelo de desenvolvimento mais adequado à preservação da vida e à garantia da segurança alimentar.

Foto: Brasil Escola

Ao contrário da política de regularização fundiária que promoveu um estado de subsistência de milhões de agricultores dependentes de políticas públicas, queremos mudar esta realidade financiando o próprio
desenvolvimento dos agricultores, o que inclui a posse definitiva da terra, como alternativa às políticas de estado.

A CONAFER trabalha em defesa dos agricultores familiares e acredita que a regularização fundiária vai transformar um grande número de pequenas propriedades, permitindo seu acesso a um grande sistema produtivo, amparadas em ações de sustentabilidade e no protagonismo de quem irá empreender nelas.

A Confederação vem acompanhando de perto o andamento do Projeto de Lei (PL) 2633/20 que trata da regularização fundiária, e que tramita na Câmara dos Deputados.

A CONAFER entende que a proposta deve preservar a autonomia e a identidade dos pequenos agricultores, permitindo a segurança jurídica, facilitando o acesso ao crédito e libertando economicamente camponeses, pescadores, extrativistas, indígenas, quilombolas, posseiros, ribeirinhos, assentados e acampados. É assim que levaremos a agricultura familiar brasileira a um novo tempo no campo.

Mais um benefício para os filiados, CONAFER fecha convênio com a Universidade Estácio

Nessa sexta-feira, 27 de novembro, a CONAFER conquista mais um grande benefício para seus associados. Em convênio fechado com a Estácio, aposentados e filiados da CONAFER terão 40% de desconto nos cursos de graduação e pós-graduação presenciais ou EAD, como também inscrição gratuita no vestibular.

Através do nosso convênio, a Estácio oferece para sua empresa:

• Desconto de 40% nas mensalidades da Graduação e Pós-Graduação até o final do curso para ASSOCIADOS, COLABORADORES E DEPENDENTES, enquanto houver o vínculo com a empresa.

• Desconto válido nas modalidade presencial, flex e EAD.

• Benefício extensivo aos dependentes diretos.

• Realização de palestras. (de acordo com a disponibilidade)

• Inscrição gratuita no vestibular para os colaboradores.

• Aplicação do Vestibular nas dependências da empresa. (caso seja solicitado)

PRONAF: documentos necessários para solicitar o crédito

Foto: SEA-RN

A CONAFER divulga a lista de documentos necessários para seus associados solicitarem crédito do PRONAF (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), o programa de financiamento para custeio e investimentos em implantação, ampliação ou modernização da estrutura de produção, beneficiamento, industrialização e de serviços no estabelecimento rural ou em áreas comunitárias rurais próximas, visando à geração de renda e à melhora do uso da mão de obra familiar.

Em parceria com o Banco do Brasil através do BB Agro CONAFER, a confederação se coloca a disposição dos seus filiados para facilitar o acesso ao crédito.

Veja abaixo a lista de documentos e para onde enviá-los.

Amazônia, a grande protetora da vida no planeta

Abrigo da maior biodiversidade do planeta, a Amazônia é essencial para a regulação das chuvas no Brasil e do clima no mundo; com suas florestas desmatadas e queimadas, há liberação de grandes quantidades de gases de efeito estufa para a atmosfera

Foto: Terra

Segundos dados de queimadas e desmatamento em 2019, se nada for feito de forma urgente, teremos o ponto de inflexão, em que ao ultrapassar 20% de destruição do bioma, ele não se reconstitui mais, passando a se transformar numa savana com o passar do tempo.

Responsável por ocupar mais de 40% do território brasileiro, a Amazônia é hoje o maior bioma do mundo. Uma área correspondente a 84,1% do bioma está recoberta por vegetação nativa (353.156.844 ha), incluindo vegetações florestais, não florestais e mistas, e outros 2,1% formam grandes superfícies hídricas (8.818.423 ha).

A Amazônia abrange completamente os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima, além de partes dos estados do Maranhão, Mato Grosso e Tocantins e dos territórios da Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Venezuela.

A Amazônia possui florestas densas e abertas, habitadas por 40 mil espécies de plantas, 300 espécies de mamíferos e 1,3 mil espécies de aves. Além de uma fauna riquíssima, a região conta com muitos rios, formando a maior reserva de água doce de superfície disponível no mundo.

Desafios da agricultura familiar amazônica

Foto: Senado

Na Amazônia, 80% das propriedades rurais pertencem à agricultura familiar. Um olhar próximo deste universo multidiverso, irá revelar uma variedade muito grande das atividades agrofamiliares. Temos todas as categorias de agricultores na maior região do país: camponeses, extrativistas, indígenas, quilombolas, posseiros, ribeirinhos, lavradores, assentados e acampados.

Todo o segmento da agricultura tem como maior desafio produzir alimentos sem afetar o desenvolvimento sustentável e garantir a segurança alimentar, mesmo com os fatores estruturais já historicamente reconhecidos, como acesso às localidades e organização social.

Maiores obstáculos ao desenvolvimento sustentável da Amazônia

  • Queimadas
  • Garimpagem
  • Agropastoreio
  • Desmatamento
  • Contrabando de plantas silvestres
  • Tráfico de animais
  • Disputa de terras
  • Assentamentos humanos
  • Caça e pesca ilegais
  • Falta de fiscalização
Foto: A Crítica

Cerca de 12,8% do bioma é composto por pastagens nativas, plantadas e manejadas. Apesar da produção vegetal ser baixa para exportações e composição do PIB, a agricultura familiar é fundamental para a economia regional. A produção abastece pelo menos 500 cidades amazônicas com frutas, leite e derivados, ovos, grãos, hortaliças e outros produtos. Quando trazidos de outras regiões, o custo desses produtos é altíssimo.

Isso tem favorecido o apoio ao desenvolvimento da agricultura familiar a partir de uma visão ampla, adequando as tecnologias e os sistemas de manejo às realidades locais. O agricultor familiar na Amazônia é acima de tudo resiliente. Em cerca de 50 anos, os governos estabeleceram 2.405 assentamentos agrários no bioma e instalaram 521.000 famílias. Porém, a maioria segue sem o título de propriedade de seus pequenos lotes, aguardando a regularização fundiária para ter acesso às políticas públicas que viabilizem a produção.

Frutas nativas de alto potencial comercial

Foto: Conexão Planeta

O Brasil é o segundo grande centro de origem de espécies frutíferas tropicais no mundo, atrás apenas do Sudeste Asiático. Na Amazônia Brasileira concentram-se 44% das 500 espécies de frutas nativas do país. Estudos mencionam a existência de 220 plantas produtoras de frutos comestíveis na região, mas ainda são poucas as “domesticadas”, vindo a maioria do extrativismo.

A Amazônia é considerada o último reduto de plantas potenciais à espera da domesticação (processo de seleção para melhoria do aspecto e sabor). Frutas exóticas, que vieram de fora, como a maçã e a laranja, estão sendo transformadas há séculos.

A humanidade começou a domesticar plantas há dez mil anos, enquanto a história da domesticação das frutas amazônicas está iniciando seu processo – e tem grande potencial de crescimento e expansão de mercado.

O desafio para as próximas gerações é aproveitar todo esse potencial econômico sem deixar de preservar a vida pujante que se encontra em suas florestas e rios.

Espaço CONAFER participa do lançamento do PAA em Roraima

Serão beneficiados 1,2 mil agricultores familiares e 185 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social com a compra de 3,1 mil toneladas de alimentos pelo Programa de Aquisição de Alimentos do governo federal


Da esquerda para a direita, Márcio Andrade, responsável pelo Escoamento e Produção do Espaço Roraima, Antônio Denarium, governador de Roraima, Maria Socorro, Chefe de Divisão de Cooperação Técnica e Evandro Pereira, Coordenador Espaço Roraima

O coordenador do Espaço CONAFER em Roraima, Evandro da Silva Pereira, e o diretor de Produção e Escoamento, Márcio Andrade, representaram a entidade no lançamento do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na sede do governo estadual, o Palácio Senador Hélio Campos. Na ocasião, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, anunciou que serão destinados R$ 5,2 milhões para a agricultura familiar no estado.

Segundo o governador Antonio Denarium, em 2019 o programa de Roraima recebeu R$ 1,5 milhões. O PAA compra alimentos produzidos pela agricultura familiar, com dispensa de licitação, para destiná-los a pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional. “Precisamos fortalecer a agricultura familiar, ainda mais neste momento de pandemia, em que muitos enfrentam dificuldades”, ressaltou o governador.

De acordo com o secretário estadual da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Emerson Baú, os agricultores do estado já podem apresentar seus produtos às Casas dos Produtores Rurais, responsáveis pela destinação dos alimentos. Os novos recursos já estão disponíveis. “Hoje foi o protocolado, mas o ministério da Cidadania já tinha liberado para a gente fazer a operação”, afirmou.

A CONAFER além de estar presente no lançamento do PAA, na chamada Pública em Roraima, também entregou um documento com reivindicações do setor da pesca ao ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni

O novo pacote de investimentos vai impactar positivamente nas vidas dos agricultores familiares do estado. Recursos do governo local e de emendas parlamentares estão beneficiando, entre outras ações, o fomento à produção de agricultores e de apicultores – somente no ano passado, foram exportadas 65 toneladas de mel para a Alemanha; este ano, já há mais 20 toneladas prontas para exportação.

Também estão sendo revistos os preços praticados pelo PAA e foi solicitada a inclusão da Região Norte no PAA Leite, que atualmente é uma política específica para o Nordeste. Onyx Lorenzoni indicou que a questão está sendo estudada em Brasília.

Plantando alimentos, colhendo saúde: mude o combústivel para matar o câncer

da Redação

Nessa quarta-feira, 25 de novembro, a SEAGRO lança mais uma cartilha de sua campanha “Plantando alimentos, colhendo saúde”, dessa vez com uma dica importante para combater o câncer.

“Nos hábitos alimentares que incluem fontes de carboidratos e todos os tipos de farinhas, a célula do câncer perde a habilidade de se alimentar por oxigênio e passa a se alimentar de glicose e viver num ambiente ácido. Além da necessidade de tornar o corpo alcalino para criar um novo ambiente interno, no qual o câncer não consiga sobreviver, também é preciso tirar o alimento principal do câncer: a glicose. E não apenas retirar açúcares refinados ou outros doces declarados,
como bolos, sorvetes, geleias, biscoitos e chocolates ao leite mas, do açúcar que sabe se disfarçar muito bem: os carboidratos, presentes nos pães, macarrão,
farinhas, batatas. Eliminando ou reduzindo drasticamente esse grupo de alimentos, vai ser possível enfraquecer as células cancerígenas. E, em outras
palavrasocâncer vai morrer de fome.”

Leia abaixo a cartilha na íntegra:

Mulheres agricultoras têm mais de 80% de participação no PAA

Estudo aponta aumento da participação de mulheres na agricultura familiar; documento elaborado pela Companhia Nacional de Abastecimento tem como base os dados do Programa de Aquisição de Alimentos

Foto: Mundo Coop

Estudo da Conab mostra que o aumento da presença feminina na agricultura familiar brasileira é muito maior do que se imagina. Só no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), a participação das mulheres chegou a 80% em 2019, contra 20% de participação masculina.

O levantamento indica que a região com maior presença feminina é a Sudeste (88%), seguida pelo Nordeste (84%), Centro-Oeste (80%), Norte (67%) e Sul (65%). A participação da mulher é maciça em todos os setores da agricultura familiar, com maior número entre os agricultores com participação no PAA, sendo nas propriedades rurais (2.169), seguida dos assentamentos da reforma agrária (1.538), comunidades quilombolas (475), áreas de agroextrativismo (264), áreas de pesca artesanal (133), comunidades indígenas (113) e comunidades atingidas por barragens (9).

Todos esses dados fazem parte da publicação Agricultura Familiar: Programa de Aquisição de Alimentos – PAA: Resultados das Ações da Conab em 2019.

De acordo com a Conab, os números indicam o fortalecimento da capacidade produtiva e a tendência de uma presença maior das agricultoras nas cooperativas e associações que participam do programa.

Foto: ZUG

Vale ressaltar que o incentivo à maior inclusão feminina no PAA nas políticas públicas voltadas ao pequeno agricultor se intensificou a partir de 2011. À época, foi instituída como critério de priorização na seleção e execução do programa a participação mínima de 40% de mulheres como beneficiárias fornecedoras na modalidade de Compra com Doação Simultânea (CDS) e de 30% na modalidade de Formação de Estoque (CPR-Estoque).

Segundo o censo agropecuário 2017, as mulheres estão presentes em todos os portes de estabelecimentos, desde aqueles com menos de 1 hectare até propriedades de 10 mil hectares. Mas um aspecto importante deve ser ressaltado: os estabelecimentos com faixa de área menor que 1 hectare apresentam uma proporção de gênero mais equilibrada que nas grandes fazendas.

Na maior parte das propriedades rurais que se encaixam no módulo da agricultura familiar, a presença das mulheres é muito marcante. Um dos motivos é que a mão de obra familiar é alicerçada no trabalho do homem e da mulher. Isso mantém os dois na propriedade, de forma que a mulher se torna essencial não só ao trabalho diário, mas no estímulo à manutenção dos vínculos rurais da família.

Vai ao ar o 1° episódio do Fica a Dica CONAFER

A CONAFER começa a disponibilizar nessa quarta-feira, 24 de novembro, vídeos curtos informativos para seus afiliados e público interessado em geral.

Nesse primeiro episódio, aborda quem tem direito à aposentadoria rural. Se quiser saber mais sobre esse e outros assuntos ligados à agricultura familiar, Fica a Dica.

Assista abaixo ao Episódio #1: