Parceria entre Funai e PNUD vai financiar projetos indígenas em até R$ 100 mil

da Redação

Aberto edital para projetos indígenas de recuperação de vegetação nativa dos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga; prazo vai até 18 de dezembro deste ano

Foto: Geodataap

A Funai, Fundação Nacional do Índio, está com edital aberto até o dia 18 de dezembro de 2020 para o envio de projetos elaborados por organizações indígenas com foco na recuperação de áreas degradadas dos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga.

Foto: Contrate Uma EJ

O edital é resultado da Cooperação Técnica entre Funai e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com acompanhamento da Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores (ABC/MRE) e recursos do orçamento federal.

No edital do Projeto BRA Nº 001/2020, está previsto o aporte de R$ 900 mil, distribuídos igualmente (R$ 300 mil) entre cada um dos três biomas, sendo que o valor mínimo para os projetos será de R$ 50 mil. O valor máximo será de R$ 100 mil.

Mata Atlântica. Foto: Revista Pesquisa Fapesp

Os projetos apresentados devem partir de uma ou mais linhas de apoio abaixo listadas:

a. Coleta, beneficiamento e armazenamento de sementes de espécies nativas;

b. Atividades de cercamento, aceiramento, controle de plantas competidoras, entre outras medidas que contribuam para o controle dos fatores de degradação de áreas naturais;

c. Implantação, revitalização ou ampliação de viveiros e outras estruturas relacionadas à recuperação de áreas degradadas, como bancos de sementes;

d. Produção de mudas de espécies nativas;

e. Recuperação da vegetação nativa por diferentes métodos de nucleação: poleiros artificiais, transposição de solo e sementes, plantios de espécies pioneiras, galharia, entre outros;

f. Recuperação da vegetação nativa por plantios de adensamento e enriquecimento de áreas degradadas com a utilização de sementes;

g. Recuperação da vegetação nativa por plantios de adensamento e enriquecimento de áreas degradadas com a utilização de mudas;

h. Recuperação da vegetação nativa por plantio direto de sementes (muvuca);

i. Recuperação da vegetação nativa por plantio de mudas;

j. Plantio, ampliação ou manejo de sistemas agroflorestais.

Cerrado. Foto: Pinterest

De acordo com a Funai, a Mata Atlântica, o Cerrado e a Caatinga foram escolhidos pelo edital por corresponderem a biomas nacionais que se encontram ameaçados pela degradação ambiental e pelo desmatamento. Estes biomas representam juntos 48% do território nacional e são ricos em biodiversidade e serviços ecossistêmicos.

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Os três biomas destacam-se também pela riqueza socioambiental e cultural, sendo o lar de diversos povos indígenas e comunidades tradicionais. É nesses biomas que hoje estão demarcadas 299 Terras Indígenas (TIs), habitadas por 203 etnias.

Atualmente, restam 29% da área original da Mata Atlântica, 50% da cobertura original do Cerrado e 54% da área de Caatinga. É urgente, portanto, a implementação de ações que visem a preservação desses biomas e, consequentemente, da própria vida nessas áreas.

Caatinga. Foto: Nossa Ciência

Confira o edital na íntegra.

Grande número de indígenas e quilombolas eleitos, fortalece a luta dos povos originários e tradicionais

da Redação

Em uma eleição dominada pelas pautas da crise econômica e pandemia, políticos indígenas e quilombolas mostram a força de uma mensagem pacificadora, de resistência e resiliência frente às dificuldades que enfrentam, como as demarcações e respeito aos seus direitos

A comunidade de Pesqueira-PE viveu um momento muito importante e emblemático na história das eleições no Brasil na noite deste domingo, dia 15. Centenas de pessoas foram às ruas da cidade comemorar a eleição do cacique Marquinhos Xukuru, do Republicanos, primeiro indígena a ser eleito prefeito na cidade localizada no Vale do Ipojuca, no agreste do estado. Cacique Marquinhos recebeu o apoio de diversas lideranças durante sua campanha.

Mas o cacique não está só nesse momento eleitoral. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em todo o país foram 2.215 candidatos indígenas nas eleições deste ano; em 2016, foram registradas 1.175 candidaturas. Um crescimento de 88,5% para as eleições municipais anteriores.

Cacique Marquinhos Xukuru (Republicanos). Foto: Brasil 247

Os números evidenciam o maior engajamento de indígenas em busca de acesso a cargos eletivos, um movimento que vem crescendo no Brasil desde 1982, ano em que o primeiro índio foi eleito deputado federal no Brasil: o cacique Xavante Mário Juruna. O resultado dessa eleição foi fundamental para o crescimento do movimento indígena, que contribuiu com dois importantes artigos na Constituição Federal de 1988, os artigos 231 e 232, correspondentes ao Capítulo VIII, “Dos Índios”, entre outras colaborações sobre a temática.

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O Brasil somente voltaria a ter outro indígena no Congresso Nacional a partir de 2018, com a eleição da advogada Joênia Wapichana como deputada federal.

A forte presença dos indígenas nas urnas representa um contraponto a violências sofridas ao longo do tempo, e que nascem muitas vezes no campo político-partidário. Torna-se, assim, estratégico e necessário para as comunidades a ocupação das cadeiras eletivas.

Entre as principais pautas defendidas pelos indígenas eleitos, estão a demarcação das terras indígenas e o reconhecimento dos seus direitos e da sua própria existência.


A força do quilombolas nas urnas

O quilombola Vilmar Kalunga foi eleito prefeito de Cavalcante, GO. Foto: G1

Cavalcante, em Goiás, foi também reduto de uma conquista histórica. Vilmar Souza Costa, conhecido como Vilmar Kalunga, será o primeiro prefeito quilombola da cidade. Vilmar Kalunga se tornou conhecido após atuar pela demarcação do território Kalunga, maior comunidade de remanescentes de quilombolas do Brasil.

Neste pleito, cerca de 500 outros candidatos quilombolas disputaram cargos eletivos em todo o país. O número representa um aumento de 40% em relação ao pleito de 2016. Foram eleitos 55 em 2020, sendo: 1 prefeito, 1 vice-prefeito e 54 vereadores. 

Os quilombolas, junto aos indígenas e campesinos, são herdeiros das lutas pelo direito à terra e, com ela, a luta pelo acesso às políticas públicas que deveriam ser estendidas a todos os brasileiros, além de serem guardiões da cultura negra. 

Infelizmente, a representação quilombola nos espaços políticos ainda é pequena, frente aos números da população total remanescente de quilombos existente no Brasil. O que só demonstra a importância, e a responsabilidade, da presença desses povos tradicionais na disputa eleitoral. 

Os quilombolas eleitos têm como pautas comuns entre si as áreas da educação, saúde e cultura. Embora o foco esteja sobre as suas comunidades de origem, eles pretendem reforçar nos municípios propostas que visam a melhoria de toda a cidade.

Eleição 2020 aponta para crescimento pautas identitárias

Carol Dartora, do PT. Foto: Brasil 247

A campanha deste ano foi marcada pela força da mensagem do voto em mulheres, negros, indígenas e minorias e aumento da representatividade na política. A cidade de São Paulo, que serve como termômetro eleitoral, elegeu duas pessoas trans, uma vereadora travesti, vários coletivos de candidatos e o maior número de pessoas negras da história. 

A eleição de mandatos coletivos, que já começou há dois anos, ganhou força, mostrando que é necessário que a lei eleitoral passe a contemplar essa realidade (hoje, o mandato pode ser coletivo, mas para efeitos práticos apenas um integrante é considerado parlamentar). 

Dois exemplos emblemáticos desta eleição é o coletivo Quilombo Periférico, São Paulo, e a Coletiva Bem Viver, Florianópolis, que trabalha a pauta feminista e agroecológica e tem entre suas integrantes, a indígena Jozileira Kaingang.

Também vale registrar o acontecimento histórico em Curitiba-PR, onde a historiadora e ativista Ana Carolina Dartora, foi eleita como a primeira mulher negra vereadora da cidade. A candidata foi a terceira mais bem votada na capital do Paraná.

Ao ampliar a diversidade no parlamento, reduzem-se as desigualdades sociais existentes no Brasil. As histórias do ‘país que não está no retrato’ começam a sair da imaginação e aparece como um projeto que vem sendo trabalhado, avançando a cada dia um pouco mais. Afinal, a falta de conhecimento sobre a própria história gera uma nação que não se reconhece como protagonista de suas ações. Isso está mudando, para o bem do país.

Veja lista de produtos e estados com desconto no PRONAF até 9 de dezembro

da Redação

A lista com os produtos e os estados contemplados tem validade de 10 de novembro a 9 de dezembro de 2020, conforme Portaria nº 33, da Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)

Com base em pesquisa de preços de mercado efetuada pela Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) no mês de outubro, foi publicada a lista de produtos amparados pela Política de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) com direito a bônus do governo federal no mês de setembro nas operações de crédito pelas instituições financeiras. Em novembro serão contemplados os seguintes produtos: 

Banana
Borracha natural cultivada
Castanha de caju
Feijão-caupi
Manga
Maracujá 
Mel de abelha

Foto: Embrapa

Os produtos que registraram queda de preço de mercado terão descontos no momento de amortização ou liquidação do crédito. Segundo o ministério, para os agricultores que têm operações de investimento sem um produto principal, que é a fonte de renda para pagamento do financiamento, há o bônus da cesta de produtos. Nesses casos, os descontos são calculados por meio de uma composição dos bônus do feijão, leite, mandioca e milho.

O recebimento de bônus do PGPAF ocorre quando o valor de mercado de algum dos produtos do programa fica abaixo do preço de referência, permitindo ao produtor utilizar o valor como desconto no pagamento ou amortização nas parcelas de financiamento no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, o Pronaf. 

Foto: Prefeitura de Boa Vista

Estados contemplados: 

Alagoas
Bahia
Ceará
Espírito Santo
Mato Grosso do Sul
Maranhão
Paraíba
Pernambuco
Piauí
Sergipe 
Tocantins

Contra o marco temporal, indígenas realizam ato em Pau Brasil-BA

da Redação

Lideranças indígenas, entre elas o cacique Nailton Pataxó Ha-ha-hãe e integrantes da União Nacional Indígena, UNI, realizaram um manifesto nesta quinta dia 12, no centro da cidade de Pau Brasil-BA, contra o marco temporal que deve ser votado pelo Supremo Tribunal Federal 

“Nossa história não começa em 1988! Não ao marco temporal!”. Com estas palavras de ordem, indígenas foram às ruas para protestar em defesa de seus direitos, de seus territórios e contra a tese do marco temporal. O marco impõe limites aos direitos constitucionais dos povos indígenas sobre a terra, ao defender que, para ter o direito à demarcação, esses povos deveriam ter o território sob sua posse no dia 5 de outubro de 1988.

Num contexto de vários ataques aos direitos dos povos indígenas, os olhares se voltam para o STF na esperança de que sejam garantidos os direitos constitucionais dos povos originários e de que os ministros da Corte respeitem a teoria do indigenato, que reconhece o acesso dos povos indígenas às suas terras como um direito originário. Ou seja, anterior ao próprio Estado brasileiro e que independe de títulos de posse. Pela Constituição Federal de 1988, os indígenas já têm “direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam”.

O STF poderá, assim, dar uma solução definitiva aos conflitos envolvendo terras indígenas no Brasil e garantir um respiro às comunidades que se encontram atualmente pressionadas por poderosos setores econômicos.

Junto ao mérito do processo que discutirá a demarcação de terras indígenas, o STF debaterá também se mantém ou não a medida cautelar – procedimento usado pelo Judiciário para prevenir, conservar ou defender direitos – deferida pelo ministro Edson Fachin em maio deste ano que suspendeu os efeitos do Parecer 001/2017, da Advocacia Geral da União (AGU), instrumento usado para institucionalizar o marco temporal como norma no âmbito dos procedimentos administrativos de demarcação. Fachin ainda determinou a suspensão de todos processos judiciais que poderiam resultar em despejos ou na anulação de demarcações de terras indígenas até o final da pandemia de Covid-19.

Pelo menos 27 terras indígenas tiveram seus processos de demarcação devolvidos pela Casa Civil e pelo Ministério da Justiça para a Fundação Nacional do Índio (Funai), com base no Parecer 001/2017.

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Entenda o que se discutirá e o que está em jogo neste julgamento

Em decisão tomada em 2019, o plenário do STF reconheceu por unanimidade a repercussão geral do julgamento do RE 1.017.365. Isso significa que o que for julgado nesse caso servirá para fixar uma tese de referência a todos os casos envolvendo terras indígenas, em todas as instâncias do Judiciário.

Há muitos casos de demarcação de terras e disputas possessórias sobre terras tradicionais que se encontram atualmente judicializados. Também há muitas medidas legislativas que visam retirar ou relativizar os direitos constitucionais dos povos indígenas. Ao admitir a repercussão geral, o STF reconhece, também, que há necessidade de uma definição sobre o tema.

O que está em jogo é o reconhecimento ou a negação de um direito fundamental dos povos indígenas: o direito à terra. Há, em síntese, duas teses principais que se encontram atualmente em disputa: de um lado, a chamada “teoria do indigenato”, uma tradição legislativa que vem desde o período colonial e que reconhece o direito dos povos indígenas sobre suas terras como um direito originário – ou seja, anterior ao próprio Estado.

Do outro lado, há uma proposta mais restritiva, que pretende limitar os direitos dos povos indígenas às suas terras ao reinterpretar a Constituição com base na tese do chamado “marco temporal”. Há ainda a possibilidade de reavaliação das chamadas “salvaguardas institucionais”, conhecidas como “condicionantes”, fixadas em 2009 no julgamento do caso Raposa Serra do Sol e que igualmente restringem a posse e o usofruto exclusivos dos povos indígenas das suas terras.

Que consequências esse julgamento pode ter para os povos indígenas?

Caso o STF reafirme o caráter originário dos direitos indígenas e, portanto, rechace definitivamente a tese do marco temporal, centenas de conflitos em todo o país terão o caminho aberto para sua solução, assim como dezenas de processos judiciais poderão ser imediatamente resolvidos.

As 310 terras indígenas que enfrentam a estagnação em alguma das etapas do processo de demarcação já não teriam, em tese, nenhum impedimento para que seus processos administrativos fossem concluídos.

Por outro lado, caso o STF opte pela tese anti-indígena do marco temporal, acabará por legalizar a subtração e as violações ocorridas no passado contra os povos originários. Nesse caso, pode-se prever uma enxurrada de outras decisões anulando demarcações, com o consequente ressurgimento de conflitos em regiões hoje pacificadas e o acirramento dos conflitos em áreas onde já ocorram situações de violência.

Além disso, há referências de povos indígenas isolados ainda não reconhecidos pelo Estado, ou seja, ainda em estudo – um procedimento demorado, em função da política de não contato. Se o marco temporal de 1988 for aprovado, muitas terras de povos isolados não serão reconhecidas, pois sequer sabemos onde as mesmas se encontram. Há ainda casos como o do povo Kawahiva, cuja comprovação da condição de isolamento se deu, para o Estado brasileiro, em 1999, ou seja, muito depois de 1988. Como ficaria a situação desses povos? Não será possível contatá-los para saber se já estavam em suas terras em 1988.

O julgamento do STF havia sido pautado inicialmente para 28 de setembro, mas, no dia 22 daquele mês, o presidente da Corte, Luiz Fux, determinou seu adiamento.

Os povos indígenas de todos os lugares, de quase todas as terras indígenas, seguem alertas e mobilizados pela manutenção dos seus direitos e contra o marco temporal. Em falas, rezas, rituais, apelos de líderes religiosos e declarações de caciques, homens e mulheres indígenas percorrem o Brasil e o mundo anunciando que, apesar da pandemia e dos desafios enfrentados, os povos fiscalizam, monitoram e lutam pelos seus direitos à terra.

Por mais benefícios aos aposentados, CONAFER fecha parceria com oftalmologistas associados do Paraná

da Redação

Na quinta-feira 11 de novembro, a CONAFER conquista mais um grande benefício para seus associados. Agora todos os filiados da CONAFER terão descontos em todos os serviços oftalmológicos oferecidos pela OAP, como exames, consultas e até mesmo cirurgias.

Nas palavras de Everli, gerente da OAP, “essa parceria com a CONAFER tem tudo para ser muito frutífera, pois sabemos que falta esse tipo de assistência médica, esse cuidado, com o trabalhador do campo, principalmente com os aposentados, que precisam muito desse serviço e muitas vezes não conseguem pagar”.

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Quando perguntada sobre as vantagens da OAP, Everli continua “nós temos uma sede projetada para um atendimento completo, equipada para realizar inúmeros testes, alguns muito difíceis de encontrar. Além disso, oferecemos tecnologia de ponta, processos modernizados, equipe médica altamente especializada e atendimento humanizado.”

Visite o site da OAP , www.oappr.com.br, procure sempre um especialista para cuidar da saúde de seus olhos. O agendamento de consultas pode ser feito via Whatsapp ou telefone : (41- 3225-7303/ 98855-6989/98843-0823) e as consultas e exames serão feitos presencialmente na sede em Curitiba. Para tabela de serviços oftalmológicos, enviar email para comunicacao@conafer.org.br

Plantando alimentos, colhendo saúde: sol previne o câncer de próstata

Se tem uma dica simples e efetiva contra o câncer e as outras doenças da próstata é esta: tome sol todos os dias, meu amigo. O sol, apesar de demonizado pelos dermatologistas é uma VITAMINA CONTRA O CÂNCER.


Você sabia que é pela exposição correta ao sol, na hora mais proibida pelos dermatologistas, que você garante no seu organismo o aporte de um hormônio essencial para centenas de reações químicas no nosso corpo, inclusive da próstata e até para que você tenha bons níveis de testosterona.

Este hormônio é conhecido como VITAMINA D.

A atividade anti-inflamatória da vitamina D, conseguida por meio de exposição ao sol ou via suplementação, é uma das explicações para esta substância estar associada a um menor risco de câncer de próstata – conforme a revisão de 26 estudos publicada no jornal da associação americana de saúde pública.


Quer tomar o sol que é vacina contra o câncer de próstata e também todos os outros cânceres? Dê uma volta no quarteirão de uns 15 minutos, todos os dias, entre as 10h e 15h horas — quanto mais perto do meio-dia, melhor — com o corpo 80% descoberto.
Pode colocar uma camiseta regata e um short mesmo. E, por apenas 15 minutos, e sem protetor solar que não há qualquer risco de câncer de pele. Pode acreditar.

CONAFER entrega ao INSS novos avanços no atendimento aos aposentados

da Redação

O presidente do INSS, Leonardo Rolim, e seu diretor de atendimento, Jobson de Paiva Silveira Sales, receberam o presidente da CONAFER, Carlos Lopes, em reunião sobre as medidas já implementadas pela Confederação com o objetivo de aprimorar o relacionamento com seus associados

A apresentação foi nesta terça-feira, 10 de novembro, em um encontro na sede do INSS, em Brasília. A CONAFER, dentro do seu compromisso de fortalecer as relações com os seus beneficiários, oferecendo produtos e serviços que respondam às necessidades atuais do universo da terceira idade, entregou ao INSS um pacote de medidas para avançar ainda mais no atendimento aos seus associados, demonstrando o potencial da Confederação e o comprometimento dos seus projetos em alinhamento com as diretrizes do órgão responsável pela seguridade social do país.

A CONAFER também firmou o seu compromisso de cooperação técnica com o INSS, conforme o Extrato de Termo Aditivo publicado hoje no Diário Oficial da União. O presidente Leonardo Rolim, e o diretor de atendimento, Jobson Sales, ouviram as ideias e aprovaram as ações da CONAFER, o que amplia ainda mais esta relação de confiança entre as entidades.

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Ao final, Carlos Lopes, agradeceu ao presidente do INSS pelo recebimento das propostas, e também entregou uma placa em homenagem ao caráter e profissionalismo de Jobson Sales, colocando-se à disposição para evoluir ainda mais no trabalho de prestação de serviços e apoio aos aposentados da agricultura familiar brasileira.

Agricultores podem renegociar dívidas com a União até 29 de dezembro

da Redação

No Programa de Retomada Fiscal serão oferecidos 3 tipos de acordo e os débitos poderão ser parcelados em até 11 anos, de acordo com a capacidade de pagamento dos devedores

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) lançou o programa Programa de Retomada Fiscal com descontos nas multas, juros e encargos em dívidas de crédito rural, débitos com o Fundo de Terras e da Reforma Agrária e com o Programa Cédula da Terra com descontos de até 100% nas multas, nos juros e nos encargos.

O Programa de Retomada Fiscal consolida diferentes ações com o objetivo de auxiliar os devedores na regularização de débitos inscritos na Dívida Ativa da União – DAU, no contexto de superação da crise econômico-financeira decorrente da pandemia causada pela Covid-19.

A adesão deve ser feita até 29 de dezembro, no portal Regularize

Na página eletrônica o devedor deve realizar o cadastro, depois ir até a opção “Negociação de Dívida” e clicar em “Acessar o Sispar”.

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Em seguida, o contribuinte preencherá um formulário eletrônico e saberá se está apto à renegociação, e então receberá uma proposta de adesão.

Além das dificuldades de produção, como intempéries climáticas, risco de pragas e as oscilações do mercado consumidor, o endividamento rural é um grande vilão do setor, e o produtor rural fica vulnerável em relação às decisões políticas e cenários econômicos. Por isso, é fundamental que o agricultor busque os seus direitos e renegocie sua dívida para recuperar o seu crédito e condições de investimento na sua propriedade e na produção.

Capa: Pix Force

CONAFER parabeniza Joe Biden, novo Presidente dos EUA, e pede atenção à Agenda 2030 da ONU

da Redação

Buscando uma aproximação com o novo governo americano, cujas pautas são convergentes às nossas, a CONAFER entrou em contato com a assessoria de Joe Biden para parabenizá-lo e se colocar à disposição para trabalhar em conjunto em objetivos importantíssimos de alcance global, como o combate á fome e a preservação ao meio-ambiente. Leia embaixo a íntegra da carta.

“Ao novo presidente dos Estados Unidos, nossos parabéns e um simples pedido: Apoie a Agenda 2030 da ONU.

No dia 05 de novembro de 2020 o mundo assistiu esperançosamente a vitória de uma proposta humanista que respeita a agenda global de preservação do meio-ambiente.

A CONAFER, Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais do Brasil, entende que o povo americano escolheu, legal e democraticamente, Joe Biden e Kamala Harris para serem seus representantes. Eles serão os porta-vozes de uma resposta civilizada contra agressão aos imigrantes, negacionismo da ciência, demonstrações de racismo, não-participação no Acordo de Paris e todo o resto que afasta a humanidade de uma sociedade evoluida, onde todo cidadão preservasse sua liberdade, escolhas e valores individuais.

Nós, juntamente com outras organizações, representamos os agricultores familiares do Brasil. Hoje nós temos 36 milhões de agricultores familiares brasileiros, que são responsáveis por 10% do PIB e 73% da produção do alimento consumido internamente no país.

Como representante de um importante segmento econômico, a CONAFER trabalha por produções sustentáveis e agroecológicas. Nós apoiamos as micro-indústrias e modernização dos processos, contanto que estejam de acordo com as diretrizes de preservação do ambiente. Nós trabalhamos para fortalecer os agricultores familiares, suas culturas e tradições.

Nesse sentido, gostaríamos de propor um diálogo e aproximação através de relações institucionais, em prol da Agenda 2030 da ONU, especialmente projetos ambientais e de seguerança alimentar. Nós queremos trabalhar juntos por um futuro com desenvolvimento susntentável, sem fome e com paz global. Esses objetivos podem unir brasileiros e americanos.

Com essa proposta, nós o parabenizamos novamente por sua vitória e nos colocamos à disposição desse novo governo. Nós acreditamos que podemos ser defensores de um mundo onde parceriais racionais podem ser mais fortes que decisões unilaterais. Você pode contar com os agricultores familiares do Brasil.

Sinceramente,

Carlos Lopes
Presidente da CONAFER”

Plantando alimentos, colhendo saúde: sistema imune e a covid-19

Em tempos de pandemia pelo coronavírus, a atenção se redobra para os cuidados com as questões de imunidade e, se reforça quando somos noticiados pela passagem ou perda de algum dos nossos familiares indígenas, levando parte de sua ancestralidade mas, na contrapartida, nos deixando e presenteando com legados preciosos!
Você sabia que, quanto mais forte estiver o sistema imune, mais difícil é para a doença, de qualquer tipo, te derrubar? Que é possível iniciar essa consciência com atitudes que podem elevar a imunidade apenas vivendo em sintonia com a terra e a natureza? Mas o que é a imunidade?
Na biologia, é definida como a capacidade de resistir a um agente causador de doenças. Já o dicionário nos explica a imunologia como o conjunto dos mecanismos de defesa de um organismo contra os elementos que lhe são estranhos!
Então vamos lá! Quando falamos de estímulo e consequente melhoria do sistema imune, muitos imaginam que se trata de algo dificílimo de alcançar. E é justamente o contrário! Não existe fórmula mágica e uma ação isolada, não é capaz de fortalecer o sistema responsável por impedir que um vírus cause um estrago em você.
Para a imunidade, vale o ditado que uma andorinha só não faz verão!
Nem por isso incentivamos que você fique de braços cruzados e com a sensação de que nada pode ser feito. Hoje, exatamente hoje, pode ser um excelente dia para começar! A partir de agora, você terá acesso a estratégias naturais que podem fazer toda a diferença para a manutenção do seu sistema imune e, de quebra, prevenção do coronavírus. Continue com a gente para entender que a presença dos vermes em nosso trato digestivo é crucial para que o nosso sistema imune seja treinado para também, impedir o desenvolvimento de doenças. Exterminar os vermes como estratégia de saúde sem critérios ataca diretamente o funcionamento do nosso intestino. Sem essa capacidade de preservação, todo o nosso corpo entra em colapso.
Nossas células de defesa perdem a capacidade de identificar quem são os inimigos invasores e ficam “malucas”. Começam a entender que o nosso cérebro, nosso sangue e nossos órgãos são os invasores e desencadeiam um ciclo de autodestruição. Assim, temos toda uma avalanche das chamadas doenças autoimunes. Por isso, antes de qualquer coisa, é preciso adotar um estilo de vida que ajude o seu sistema imune, e não que o prejudique ainda mais. Em paralelo, você pode ainda contar com outras estratégias naturais que ajudam não só na prevenção das doenças, como também em seu bem estar geral.


Um remédio natural para a Covid-19


A pandemia que vivemos teve efeitos dramáticos em todos os setores da sociedade.
Estamos falando de perdas materiais, vide o impacto do surto de Covid-19 na economia, e também espirituais — todas elas imensuráveis. É algo que vai além da nossa capacidade de apenas “contabilizar” os estragos. Não há como negar. E, para o bem ou para o mal, o coronavírus mudará tudo ao nosso redor: desde a forma como nos relacionamos e convivemos em sociedade até a prática médica convencional, naturalmente.

Poderíamos ter evitado isso? E como nos preparar para um possível novo surto? A ciência parece ter encontrado respostas bem contundentes para a Covid-19 em um hormônio que também já mostra ser a resposta para muitas outras doenças, que é a vitamina D3. Trata-se de um elemento que é um importante aliado do nosso sistema imunológico, com potencial de ação antiviral, inclusive.
Explicando de forma bem simples e resumida, é mais ou menos assim que funciona:
Nos estágios iniciais da doença, o sistema imunológico é responsável pela eliminação do vírus. À medida em que a doença progride, inflamação e fibrose pulmonar podem surgir, devido à liberação de substâncias chamadas citocinas pró-inflamatórias. As citocinas podem ser arquivadas em maior ou menor grau. Quando o corpo funciona bem, um pouco de inflamação é bom até para proteger o organismo. Porém, quando faltam nutrientes fundamentais, esse processo se perpetua e as citocinas exacerbadas
provocam destruição tecidual mais intensa.
É aí que a vitamina D3 entra, funcionando como uma barreira potente, modulando a expressão dessas citocinas para que tudo funcione na medida certa. Com esse ciclo gerenciado, o resultado negativo da infecção pelo coronavírus, que é justamente essa inflamação exagerada, é interrompido.
E é algo que você, aí da sua casa, pode começar a fazer. Nunca é demais reforçar que, embora a vitamina D possa ser suplementada, é possível melhorar seus níveis de forma natural, por meio da exposição solar. O astro sol nos traz essa oportunidade.
Tomar sol de 10 a 15 minutos diariamente, sem protetor solar, com 80% do corpo descoberto e no horário entre 10h e 15h, faz com que seja mais simples de melhorar o índice de vitamina D no organismo.
E lembre-se: a vitamina D, sozinha, não é a solução de todos os problemas do mundo.
Caminhar ao ar livre, manter o estresse sob controle, praticar atividades físicas e seguir um plano alimentar saudável, também devem estar no nosso plano de manutenção da saúde. A saúde é um combo. Você pode começar com a vitamina D3.

Agora em 2020, uma publicação mostrou que a quercetina fornece proteção abrangente contra a infecção por Streptococcus pneumoniae, podendo fazer mais do que ter essa eficiência contra um vírus, protegendo também contra:


• Fadiga e estresse;
• Dano oxidativo ligado a doença de Alzheimer;
• Pressão arterial;
• Fortalece os vasos sanguíneos; e
• Diabetes e melhora na obesidade.


Quercetina no prato


Os alimentos considerados funcionais pela presença da quercetina possuem ação anti-inflamatória e anti-histamínica que ajudam a proteger contra doenças cardíacas e aliviam alguns sintomas de problemas alérgicos, como coriza, urticária e inchaço dos lábios. As fontes alimentares são a sua primeira escolha, porque ela é encontrada especialmente em:

  • Cebola roxa;
  • Cebola branca;
  • Pimentão verde;
  • Maçã vermelha;
  • Alface americana;
  • Tomate.

Talvez você já esteja convencido, a essa altura, de que a verdadeira prevenção está no fortalecimento do nosso sistema imune e, vai ver como você pode fazer isso com plantas que estão ao seu alcance. Essas raízes, folhas e frutos, que você encontra no quintal da sua casa, na sua agricultura familiar, podem reparar as rachaduras de nosso muro, que é o nosso sistema imune, para que nenhuma infiltração ocorra. Sem
infiltração, a estrutura, ou sua saúde, continuam fortes.
A planta apresentada hoje é bastante popular no Brasil, mas também na Índia, onde suas propriedades medicinais já foram testadas: o inhame (Dioscorea).
Isso mesmo. Esse tubérculo, que é a base da alimentação em muitos países das Américas, África e Ásia, é ultrapotente no fortalecimento do sistema imune. Rico em vitamina C, betacaroteno e vitaminas B6 e B9, a raiz fortifica os gânglios linfáticos, que
são responsáveis pelas suas defesas do sistema imunológico, deixando o corpo mais forte contra vírus, como o Corona vírus ou Covid-19.
Um estudo realizado na China mostrou que o extrato da planta aumentou significativamente as defesas de animais em 30 dias de tratamento. E, para aumentar
ainda mais seus muros de proteção, segue abaixo uma receita de suco com inhame e outros ingredientes poderosos no combate a doenças, como limão, casca de abacaxi e açafrão.


Receita do suco da superimunidade


• 1 inhame pequeno descascado;
• 1 xícara de casca de abacaxi;
• 1 limão;
• 1 colher de café de pó de açafrão;
• Bata tudo e beba, coe se preferir.


Cada ingrediente tem uma função no seu organismo. Ao lado do inhame, a casca do abacaxi vai aumentar as barreiras contra invasores. O suco de limão vai fornecer parte da vitamina C de que o seu corpo precisa e o açafrão funciona como um anti-inflamatório que ainda vai varrer os radicais livres (a sujeira do organismo) para fora do seu corpo.
Não dá para esquecer que nossa imunidade pode ser fortalecida através da terra que produz os produtos necessários juntamente com o sol!