AGRICULTURA +SAÚDE FAMILIAR: CONAFER e ITT firmam parceria para levar saúde no campo

da Redação

Entidades voltadas aos interesses dos agricultores familiares unem expertises para levar saúde ao segmento. Projeto piloto será lançado no Rio Grande do Norte. O Agricultura +Saúde Familiar atenderá todas as categorias de pequenos produtores: pescadores, pecuaristas, lavouristas, extrativistas, artesãos, indígenas, assentados, acampados, ribeirinhos e quilombolas. A principal característica do projeto é a sua mobilidade. O atendimento médico será por meio de uma Carreta Médica Móvel, que se deslocará para 52 municípios inicialmente. Pelo mapeamento feito pela CONAFER e o ITT, a estimativa é atender 20 mil agricultores familiares. Um destaque para o futuro do programa é o uso da telemedicina em diagnósticos e procedimentos, ampliando ainda mais as vantagens do +Saúde Familiar


As duas entidades se uniram para criar o Agricultura +Saúde Familiar

As carências sociais no meio rural ainda são obstáculos ao desenvolvimento de uma grande parcela do segmento agrofamiliar brasileiro. São estes agricultores e suas famílias a parte mais vulnerável da sociedade rural, e por isso, precisam ser assistidos. Saúde custa caro, exatamente por esta razão que a saúde preventiva é fundamental. Assim, com a soma de cada diagnóstico preventivo realizado, o Agricultura +Saúde Familiar estará contribuindo para a saúde de todo o meio rural.

A mobilidade do atendimento será viabilizada pela Carreta Médica Móvel

Com base na mobilidade, o espaço físico do projeto será a carreta médica móvel, de fácil acesso à população. Os locais de atendimento terão o fluxo direcionado e bem estruturado para evitar aglomerações, com distanciamento mínimo de dois metros, áreas de desinfecção e higienização, devido à pandemia da Covid-19.

Por que é tão importante levar saúde preventiva aos agricultores

Os agricultores e agricultoras durante as atividades laborais, estão expostos a uma série de riscos: acidentes ocupacionais, como intoxicações e exposição ao sol, que dependem em maior ou menor grau do tipo de atividades na lavoura e equipamentos utilizados. O melhor caminho para melhorar a qualidade de vida dos produtores rurais é a prevenção dos malefícios à saúde ocasionados pelo próprio trabalho.

O Agricultura +Saúde Familiar será realizado em regiões com carências no acesso à saúde, principalmente pelos idosos, permitindo a a todos os agricultores envolvidos, uma melhor prevenção da saúde com atendimento médico nas especialidades de clínica geral, cardiologia e odontologia, com a realização do exame de sangue (hemograma completo), conforme prevê o projeto.

Estas são as 52 cidades do Rio Grande do Norte que fazem parte do projeto piloto de lançamento do Agricultura +Saúde Familiar:

1- Natal

A capital potiguar faz parte das cidades que serão atendidas pelo projeto

2- Rio do Fogo
3- Maxaranguape
4- Taipú
5- Ceará Mirim
6- Nova Cruz
7- Passa e Fica
8- Montanhas
9- Pedro Velho
10- Baia Famosa
11- Extremoz
12- Cangu
13- Santa Maria
14- Canguaretama
15- Vila Flor
16- Tibau do Sul
17- Lelmo Marinho
18- São Gonçalo de Amarante
19- Santo Antônio
20- Serrinha
21- Macaíba
22- São pedro
23- Boa Saúde
24- Nísia Floresta
25- São Paulo de Potengi
26- Lagoa Salgada
27- Parnamirim
28- Monte Alegre
29- Lagoa de Pedras
30- Tângara
31- Jandaria
32- São José do Campestre
33- Bom Jesus
34- Santa Cruz
35- Senador Elói de Souza
36- Serra Caiada
37- São José do Mipipú
38- Coronel Ezequiel
39- Vera Cruz
40- Jaçanã
41- Lagoa d´Anta
42- Japi
43- Monte das Gameleiras
44- Serra de São Bento
45- Pedro Avelino
46- Brejinho
47- Espírito Santo
48- Várzea
49- Arês
50- Goianinha
51- Senador G. Avelino
52- São Bento do Trairí

Sobre as especialidades oferecidas pelo Agricultura +Saúde Familiar

De acordo com projeto, teremos um tripé de especialidades no atendimento: o clínico geral, para identificar sintomas, pedir e analisar exames, prescrever medicamentos, encaminhar pacientes para especialistas adequados e tratar doenças que não necessitam de intervenções cirúrgicas; um cardiologista, para realizar e solicitar exames para avaliação do sistema cardíaco; e um dentista para avaliar e tratar a saúde bucal dos agricultores. Exames de sangue (hemograma completo) fazem parte do projeto, e são importantes para a prevenção e identificação de possíveis doenças existentes, dando aos agricultores e empreendedores familiares rurais, mais e melhores condições de ter uma vida saudável e de qualidade.

Mobilidade é estrada para implantar a Telemedicina no +Saúde Familiar

Por utilizar o meio online em seus diagnósticos e procedimentos, a telemedicina será um importante aliado do projeto no futuro. Este processo avançado de monitoramento de pacientes, troca de informações médicas e análise digital de resultados de diferentes exames, é apoio importante para a medicina tradicional.

A teleconsulta utiliza um sistema com tecnologia de ponta para garantir a segurança dos dados repassados entre profissionais da saúde, e entre paciente e médico, além do armazenamento seguro das informações, pois os procedimentos são liberados apenas após a assinatura digital do médico.

De acordo com Censo Agropecuário 2017 do IBGE, dos mais de 63 mil estabelecimentos agropecuários, mais de 50 mil (80%) eram agrofamiliares. Ou seja, de cada 100 estabelecimentos recenseados, 80 são administrados por pequenos produtores e suas famílias, representando a maioria absoluta das propriedades existentes. Esta enorme demanda por saúde, é portanto, mais uma razão para efetivar o projeto no estado potiguar, para depois levá-lo aos agricultores familiares de todo o país.

Vacinação começa nas aldeias, mas deixa mais da metade dos indígenas de fora

da Redação

Governo resolveu imunizar apenas os indígenas “aldeados”, o que exclui não só os indígenas que vivem em centros urbanos como também aqueles que vivem em reservas que não foram demarcadas

Foto: Metrópoles

A mortalidade por Covid-19 entre indígenas é 16% maior que a média verificada na população em geral, mas apenas 52% dos recursos para enfrentamento da pandemia foram usados até o momento pela Funai.

O acompanhamento da evolução do novo coronavírus entre as populações indígenas representa um grande desafio. A desagregação dos dados existentes dificulta a identificação das regiões e dos povos mais afetados. Ainda assim, pelas informações disponíveis, é possível afirmar que a pandemia já provocou a morte de 929 indígenas e a contaminação de 46.508 membros de 161 dos 305 povos originários que vivem no Brasil, conforme dados de 22 de janeiro de 2021.

A expectativa de imunização dos indígenas é grande com o início da vacinação em todo o país. Porém, ainda predominam preocupações e dúvidas sobre como a vacinação ocorrerá.

O Plano Nacional de Imunização contra a Covid-19 estabelece, em sua primeira fase, a vacinação de trabalhadores da linha de frente da saúde; de idosos residentes em instituições de longa permanência; pessoas com deficiência a partir de 18 anos de idade; moradores de residências inclusivas institucionalizadas e população indígena vivendo em terras indígenas. Ou seja, exclui mais da metade dos indígenas do Brasil, pois estabelece que apenas 45% da sua população estaria no grupo prioritário para receber a vacina contra o novo coronavírus.

Foto: Governo Federal

Pelos dados apresentados, serão vacinados 410.348 indígenas. No entanto, de acordo com o censo demográfico de 2010 do IBGE, a população de indígenas no país é de 896,9 mil. Sobre o recorte escolhido para a vacinação, o plano do governo federal diz apenas que o grupo prioritário para receber a imunização é formado por “indígenas com 18 anos ou mais atendidos pelo Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SIASI/SESAI)”.

A taxa de mortalidade entre a população indígena é de 991 por um milhão, 16% superior à mortalidade geral da doença no Brasil – hoje em 852 por um milhão. Existem vários estudos que mostram a vulnerabilidade dessa população para as doenças respiratórias.

Foto: Governo do RS

O plano apresentado pelo governo federal para fazer a contenção da pandemia em Terras Indígenas (TIs) já tinha sido um fracasso, sendo divulgado com atraso e cheio de falhas, pois não indicava metas e nenhum outro tipo de organização que pudesse dar conta do desafio de enfrentar a pandemia em populações vulneráveis situadas em áreas remotas – como apontou o Supremo Tribunal Federal (STF).

O ritmo da contaminação pelo novo coronavírus entre os indígenas não teve redução significativa ao longo de 2020. Assim, os povos seguem enfrentando a alta no número de casos motivada pelo afrouxamento de controles. As perdas, como o movimento indígena tem afirmado desde maio, não são mensuráveis: representam mais um ataque na série de ofensivas contra os povos originários, que, além da pandemia, enfrentam também invasões e violações de seus territórios.

Foto: Saúde RS

Quase sete meses depois de ser provocado pelo STF, nada mudou no governo. Ao reduzir a vacinação prioritária apenas ao que definiu como “indígenas aldeados”, o governo mantém em risco a vida dos indígenas que se encontram fora das aldeias. Agindo assim, “viola gravemente o dever estatal de proteger e promover os direitos fundamentais dos povos indígenas, notadamente à sua vida e saúde”, como manifestou o STF em 27 de julho de 2020, referindo-se ao plano de vacinação apresentado.

Plantando alimentos, colhendo saúde: sol previne o câncer de próstata

Se tem uma dica simples e efetiva contra o câncer e as outras doenças da próstata é esta: tome sol todos os dias, meu amigo. O sol, apesar de demonizado pelos dermatologistas é uma VITAMINA CONTRA O CÂNCER.


Você sabia que é pela exposição correta ao sol, na hora mais proibida pelos dermatologistas, que você garante no seu organismo o aporte de um hormônio essencial para centenas de reações químicas no nosso corpo, inclusive da próstata e até para que você tenha bons níveis de testosterona.

Este hormônio é conhecido como VITAMINA D.

A atividade anti-inflamatória da vitamina D, conseguida por meio de exposição ao sol ou via suplementação, é uma das explicações para esta substância estar associada a um menor risco de câncer de próstata – conforme a revisão de 26 estudos publicada no jornal da associação americana de saúde pública.


Quer tomar o sol que é vacina contra o câncer de próstata e também todos os outros cânceres? Dê uma volta no quarteirão de uns 15 minutos, todos os dias, entre as 10h e 15h horas — quanto mais perto do meio-dia, melhor — com o corpo 80% descoberto.
Pode colocar uma camiseta regata e um short mesmo. E, por apenas 15 minutos, e sem protetor solar que não há qualquer risco de câncer de pele. Pode acreditar.

Plantando alimentos, colhendo saúde: sistema imune e a covid-19

Em tempos de pandemia pelo coronavírus, a atenção se redobra para os cuidados com as questões de imunidade e, se reforça quando somos noticiados pela passagem ou perda de algum dos nossos familiares indígenas, levando parte de sua ancestralidade mas, na contrapartida, nos deixando e presenteando com legados preciosos!
Você sabia que, quanto mais forte estiver o sistema imune, mais difícil é para a doença, de qualquer tipo, te derrubar? Que é possível iniciar essa consciência com atitudes que podem elevar a imunidade apenas vivendo em sintonia com a terra e a natureza? Mas o que é a imunidade?
Na biologia, é definida como a capacidade de resistir a um agente causador de doenças. Já o dicionário nos explica a imunologia como o conjunto dos mecanismos de defesa de um organismo contra os elementos que lhe são estranhos!
Então vamos lá! Quando falamos de estímulo e consequente melhoria do sistema imune, muitos imaginam que se trata de algo dificílimo de alcançar. E é justamente o contrário! Não existe fórmula mágica e uma ação isolada, não é capaz de fortalecer o sistema responsável por impedir que um vírus cause um estrago em você.
Para a imunidade, vale o ditado que uma andorinha só não faz verão!
Nem por isso incentivamos que você fique de braços cruzados e com a sensação de que nada pode ser feito. Hoje, exatamente hoje, pode ser um excelente dia para começar! A partir de agora, você terá acesso a estratégias naturais que podem fazer toda a diferença para a manutenção do seu sistema imune e, de quebra, prevenção do coronavírus. Continue com a gente para entender que a presença dos vermes em nosso trato digestivo é crucial para que o nosso sistema imune seja treinado para também, impedir o desenvolvimento de doenças. Exterminar os vermes como estratégia de saúde sem critérios ataca diretamente o funcionamento do nosso intestino. Sem essa capacidade de preservação, todo o nosso corpo entra em colapso.
Nossas células de defesa perdem a capacidade de identificar quem são os inimigos invasores e ficam “malucas”. Começam a entender que o nosso cérebro, nosso sangue e nossos órgãos são os invasores e desencadeiam um ciclo de autodestruição. Assim, temos toda uma avalanche das chamadas doenças autoimunes. Por isso, antes de qualquer coisa, é preciso adotar um estilo de vida que ajude o seu sistema imune, e não que o prejudique ainda mais. Em paralelo, você pode ainda contar com outras estratégias naturais que ajudam não só na prevenção das doenças, como também em seu bem estar geral.


Um remédio natural para a Covid-19


A pandemia que vivemos teve efeitos dramáticos em todos os setores da sociedade.
Estamos falando de perdas materiais, vide o impacto do surto de Covid-19 na economia, e também espirituais — todas elas imensuráveis. É algo que vai além da nossa capacidade de apenas “contabilizar” os estragos. Não há como negar. E, para o bem ou para o mal, o coronavírus mudará tudo ao nosso redor: desde a forma como nos relacionamos e convivemos em sociedade até a prática médica convencional, naturalmente.

Poderíamos ter evitado isso? E como nos preparar para um possível novo surto? A ciência parece ter encontrado respostas bem contundentes para a Covid-19 em um hormônio que também já mostra ser a resposta para muitas outras doenças, que é a vitamina D3. Trata-se de um elemento que é um importante aliado do nosso sistema imunológico, com potencial de ação antiviral, inclusive.
Explicando de forma bem simples e resumida, é mais ou menos assim que funciona:
Nos estágios iniciais da doença, o sistema imunológico é responsável pela eliminação do vírus. À medida em que a doença progride, inflamação e fibrose pulmonar podem surgir, devido à liberação de substâncias chamadas citocinas pró-inflamatórias. As citocinas podem ser arquivadas em maior ou menor grau. Quando o corpo funciona bem, um pouco de inflamação é bom até para proteger o organismo. Porém, quando faltam nutrientes fundamentais, esse processo se perpetua e as citocinas exacerbadas
provocam destruição tecidual mais intensa.
É aí que a vitamina D3 entra, funcionando como uma barreira potente, modulando a expressão dessas citocinas para que tudo funcione na medida certa. Com esse ciclo gerenciado, o resultado negativo da infecção pelo coronavírus, que é justamente essa inflamação exagerada, é interrompido.
E é algo que você, aí da sua casa, pode começar a fazer. Nunca é demais reforçar que, embora a vitamina D possa ser suplementada, é possível melhorar seus níveis de forma natural, por meio da exposição solar. O astro sol nos traz essa oportunidade.
Tomar sol de 10 a 15 minutos diariamente, sem protetor solar, com 80% do corpo descoberto e no horário entre 10h e 15h, faz com que seja mais simples de melhorar o índice de vitamina D no organismo.
E lembre-se: a vitamina D, sozinha, não é a solução de todos os problemas do mundo.
Caminhar ao ar livre, manter o estresse sob controle, praticar atividades físicas e seguir um plano alimentar saudável, também devem estar no nosso plano de manutenção da saúde. A saúde é um combo. Você pode começar com a vitamina D3.

Agora em 2020, uma publicação mostrou que a quercetina fornece proteção abrangente contra a infecção por Streptococcus pneumoniae, podendo fazer mais do que ter essa eficiência contra um vírus, protegendo também contra:


• Fadiga e estresse;
• Dano oxidativo ligado a doença de Alzheimer;
• Pressão arterial;
• Fortalece os vasos sanguíneos; e
• Diabetes e melhora na obesidade.


Quercetina no prato


Os alimentos considerados funcionais pela presença da quercetina possuem ação anti-inflamatória e anti-histamínica que ajudam a proteger contra doenças cardíacas e aliviam alguns sintomas de problemas alérgicos, como coriza, urticária e inchaço dos lábios. As fontes alimentares são a sua primeira escolha, porque ela é encontrada especialmente em:

  • Cebola roxa;
  • Cebola branca;
  • Pimentão verde;
  • Maçã vermelha;
  • Alface americana;
  • Tomate.

Talvez você já esteja convencido, a essa altura, de que a verdadeira prevenção está no fortalecimento do nosso sistema imune e, vai ver como você pode fazer isso com plantas que estão ao seu alcance. Essas raízes, folhas e frutos, que você encontra no quintal da sua casa, na sua agricultura familiar, podem reparar as rachaduras de nosso muro, que é o nosso sistema imune, para que nenhuma infiltração ocorra. Sem
infiltração, a estrutura, ou sua saúde, continuam fortes.
A planta apresentada hoje é bastante popular no Brasil, mas também na Índia, onde suas propriedades medicinais já foram testadas: o inhame (Dioscorea).
Isso mesmo. Esse tubérculo, que é a base da alimentação em muitos países das Américas, África e Ásia, é ultrapotente no fortalecimento do sistema imune. Rico em vitamina C, betacaroteno e vitaminas B6 e B9, a raiz fortifica os gânglios linfáticos, que
são responsáveis pelas suas defesas do sistema imunológico, deixando o corpo mais forte contra vírus, como o Corona vírus ou Covid-19.
Um estudo realizado na China mostrou que o extrato da planta aumentou significativamente as defesas de animais em 30 dias de tratamento. E, para aumentar
ainda mais seus muros de proteção, segue abaixo uma receita de suco com inhame e outros ingredientes poderosos no combate a doenças, como limão, casca de abacaxi e açafrão.


Receita do suco da superimunidade


• 1 inhame pequeno descascado;
• 1 xícara de casca de abacaxi;
• 1 limão;
• 1 colher de café de pó de açafrão;
• Bata tudo e beba, coe se preferir.


Cada ingrediente tem uma função no seu organismo. Ao lado do inhame, a casca do abacaxi vai aumentar as barreiras contra invasores. O suco de limão vai fornecer parte da vitamina C de que o seu corpo precisa e o açafrão funciona como um anti-inflamatório que ainda vai varrer os radicais livres (a sujeira do organismo) para fora do seu corpo.
Não dá para esquecer que nossa imunidade pode ser fortalecida através da terra que produz os produtos necessários juntamente com o sol!

Plantando alimentos, colhendo saúde: sobre infecção urinária

VOCÊ SABIA?


A infecção urinária é uma doença comum entre as mulheres. Ela ocorre por diversos fatores,
como segurar a urina mesmo estando com muita vontade de utilizar o banheiro, higiene
incorreta da região perineal permitindo que as bactérias do trato gastrointestinal migrem para
a bexiga e devido às relações sexuais. Existem dois tipos: a cistite que causa problemas na
bexiga, e a pielonefrite que afeta os rins. Ambas causam problemas para a saúde, porém, a
segunda é mais grave, provocando sintomas mais rigorosos.


Se você já teve infecção de urina sabe o quanto os sintomas são desagradáveis e por este
motivo preparamos um material muito especial que vai te ajudar. Confira nosso informativo.


Secretaria de Agroecologia da CONAFER lança campanha “Plantando Alimentos, Colhendo Saúde”

da Redação

A SEAGRO, Secretaria Nacional de Agroecologia, Políticas Agrárias e Meio Ambiente, por meio de sua equipe de coordenação de saúde, vai trazer toda semana as melhores práticas na prevenção de doenças e cuidados na alimentação

A campanha “Plantando Alimentos, Colhendo Saúde” busca resgatar os saberes populares que sempre foram cultivados em comunidades, as quais utilizavam seus alimentos como o seu próprio remédio. Nosso propósito é recuperar esses valores pelo conhecimento da cultura tradicional. 
O espaço da horta e o ambiente do cultivo é também um lugar de socialização, bem-estar e um caminho de benefícios que a nossa saúde não pode abrir mão. Saber de onde vem nosso alimento e conhecer suas vantagens é fundamental para uma vida saudável. Mas é na sustentabilidade deste sistema alimentar que encontramos o seu maior valor, pois a agroecologia além de produzir nosso alimento, mantém o nosso espaço ambientalmente saudável.

Diversas cartilhas vão orientar sobre alimentação e cuidados na saúde

Semanalmente vamos publicar as dicas e as melhores maneiras para auxiliar na prevenção de doenças e manutenção da saúde, as queixas principais, educação alimentar e outras maneiras de intervenções, pensando sempre no que temos de possibilidades no quintal da nossa casa ou no espaço verde de um apartamento.
O foco da campanha é trazer conteúdos alternativos e educadores como alimentos saudáveis que ajudam a amenizar sintomas, como utilizar e cultivar as ervas medicinais, informativos sobre manutenção de saúde e prevenção de doenças.

O propósito da SEAGRO é ajudar as pessoas a cuidar da saúde de maneira natural, buscando resultados pela fitoterapia e práticas comuns, terapias que adotam o uso interno de substâncias de origem vegetal e mineral, as hortas domésticas e orgânicas, facilitando o acesso da população a alimentos com qualidade garantida.
Este alimentos livres de agrotóxicos e outras toxinas que fazem mal ao nosso organismo, se contrapõem às práticas populares de plantio do alimento, e que teve um grande declínio principalmente devido a urbanização, pois com o tempo e a falta de espaços físicos, a população foi se afastando dessas atividades agroecológicas.
Gostaríamos ainda de propor medidas de retomadas às hortas domésticas, que podem ser consideradas promotoras da saúde, além de serem econômicas e mais saudáveis. Sendo assim, a campanha “Plantando Alimentos, Colhendo Saúde”, nasce com o objetivo de incentivar as pessoas a optarem pelos alimentos naturais, buscando-os bem próximos e no seu cotidiano.
A proposta traz consigo métodos de interação com o público por meio de cartilhas, vídeos e outros meios de comunicação, de forma criativa e de fácil compreensão. As cartilhas terão conteúdo como dicas e explicações de maneira interativa e dinâmica utilizando recursos de linguagem como o “Você sabia?”. 
Faremos também podcasts com conteúdos de 5 a 7 minutos, em um bate- papo informal para esclarecer os assuntos abordados. Tais recursos serão utilizados para facilitar a comunicação com mais conteúdos e informações aos afiliados da CONAFER e à comunidade em geral. Como parte da campanha, traremos a proposta de um calendário anual elencando datas importantes relacionadas à saúde e ao meio ambiente.

Sobre a SEAGRO

VOCÊ SABIA?

Que nós da SEAGRO entendemos e acreditamos na produção de alimento saudável e sustentável, nas famílias envolvidas no cuidado do plantio, em um movimento que consegue interligar outros eixos centrais como o trabalho digno, o empoderamento feminino e a luta pela democracia?
Além disso, não podemos deixar de lembrar nesse momento tão difícil para o meio ambiente brasileiro, da nossa Floresta Amazônica e Pantanal mato-grossense, onde seguem com toda a riqueza de sua biodiversidade ameaçadas nas queimadas desenfreadas e criminosas, consequências aos desmatamentos irregulares nessas regiões.

LEIA TAMBÉM:

CONAFER apoia todos os semeadores da agroecologia


Lutamos e seguimos acreditando nas palavras assertivas de Ana Primavesi, inspiradora do Dia Nacional da Agroecologia comemorado no dia 3 de outubro em homenagem ao seu nascimento, em 1920. Ana Primavesi foi engenheira agrônoma, escritora e uma referência nos avanços de pesquisas sobre o manejo do solo de maneira ecológica. 
Para esta mulher visionária, “sem a natureza não existimos mais, ela é a base da nossa vida. Lutar pelas florestas, lutar pelas plantas, lutar pela agricultura, porque se não vivermos dentro da agricultura, vamos acabar. Não tem vida que continue sem terra, sem agricultura!”