VIVE LA +PECUÁRIA BRASIL: na mineira Lassance, vida longa a mais uma parceria da CONAFER para a melhor genética do campo

da Redação

O município de 7 mil habitantes do Norte de Minas, conhecido por ser o lugar onde o grande médico Carlos Chagas descobriu a doença que leva o seu nome, ganha agora mais uma contribuição da ciência. Com o +Pecuária Brasil chegando em Lassance, o maior programa de melhoramento genético da pecuária familiar brasileira, inaugura um novo tempo na pecuária lassancense. Vizinha dos municípios de Várzea da Palma, Augusto de Lima e Buenópolis, Lassance está a 270 km da capital Belo Horizonte. No lançamento do programa em transmissão online nesta sexta 11h, o prefeito Paulo Elias Rodrigues e o vice-presidente da CONAFER, Tiago Lopes, reafirmaram o acordo de cooperação técnica que vai levar milhares de doses de sêmen aos pequenos produtores da cidade, e que vão desenvolver ainda mais a bovinocultura familiar de uma região com tradição na agropecuária

Neste 5 de outubro foi oficializada a parceria CONAFER e Lassance para efetivar o programa +Pecuária Brasil no município. O +Pecuária tem a duração de 4 anos para ocorrer o efetivo melhoramento genético. Neste período, a CONAFER fará a doação de milhares de doses de sêmen aos agropecuaristas familiares lassancenses.

O programa de excelência reprodutiva de bovinos, surgiu da parceria entre a CONAFER e a líder mundial em inseminação artificial, a ALTA GENETICS, com os corpos técnicos das duas entidades entregando os insumos para os protocolos do sistema de IATF, a Inseminação Artificial em Tempo Fixo, além de realizar o treinamento de nivelamento dos técnicos de estados e municípios. À Lassance, caberá a definição de um corpo técnico para elaborar o plano de trabalho e implantar o +Pecuária Brasil por meio da seleção dos pecuaristas que tenham propriedades em boas condições sanitárias e nutricionais do rebanho.

Lassance recebeu o +Pecuária Brasil em evento online nesta sexta-feira 5 de outubro

Em sua história, Lassance inicialmente era uma região cortada por tropeiros, ligando lugares distantes como Montes Claros, Sabarabussu (Sabará), Diamantina e Coração de Jesus. Em 1850, um tropeiro chamado Liberato Nunes de Azevedo construiu os primeiros ranchos às margens do Córrego Maria Grande, hoje Córrego São Gonçalo. Em 1907, surgem as primeiras fazendas dedicadas à agropecuária e à extração de látex em seringueiras e, com a chegada da estrada de ferro, o desenvolvimento local foi impulsionado.

Hoje, Lassance tem como atividades econômicas básicas a extração de quartzo e de sempre-vivas, ao lado do cultivo de café, mandioca, milho, fumo e arroz. Há também áreas de reflorestamento com eucalipto para a produção de carvão vegetal e pecuária de corte. Na questão do turismo, Lassance conta com a Área de Proteção Ambiental da Serra do Cabral. A área conta com circuito turístico com várias cachoeiras e preserva exemplares de vegetação do cerrado. A região do município ainda abrange os rios São Francisco e das Velhas.

Lançamento online do +PECUÁRIA em Lassance contou com participação popular na Câmara de Vereadores

O prefeito Paulo Elias Rodrigues valorizou a oportunidade de levar tecnologia de ponta aos pecuaristas lassancenses

O prefeito Paulo Elias iniciou a sua fala agradecendo a presença de todos os vereadores, técnicos da prefeitura e produtores. O prefeito destacou: “desde quando conheci a CONAFER e o programa +Pecuária, entendi que os seus benefícios se encaixariam perfeitamente na realidade do município. Entendi que esse programa foi criado sob medida para a nossa população rural, especialmente os nossos pequenos produtores. A gente está plantando uma semente, iniciando um trabalho que eu tenho certeza absoluta que será um trabalho que trará frutos, e frutos em abundância. Esse trabalho que a gente inicia hoje aqui, será um programa que daqui a 5, 10 anos, certamente mudará para melhor a nossa agricultura familiar.”

O vice-presidente da CONAFER, Tiago Lopes, agradeceu a oportunidade de levar mais um lançamento do +Pecuária Brasil, e destacou a coragem da gestão mesmo sabendo de todas as dificuldades assumiram esse compromisso. Tiago Lopes afirmou que “juntando tudo o que foi dito pelas autoridades de Lassance, o que o representante da Emater falou, e a coragem do prefeito Paulo Elias, de buscar esse projeto junto a CONAFER com transparência, será possível levar para Lassance este projeto inovador, deixando um legado para o desenvolvimento da pecuária familiar do norte mineiro.”

Vice-presidente da CONAFER, Tiago Lopes, representou a entidade no lançamento online

+PECUÁRIA BRASIL é o salto de qualidade da pecuária agrofamiliar brasileira

Em parceria com a líder mundial na tecnologia de inseminação artificial, a ALTA GENETICS, a CONAFER criou o programa + Pecuária Brasil para o desenvolvimento dos rebanhos bovinos de corte e leite em todo o país, contribuindo decisivamente para o crescimento socioeconômico dos pecuaristas agrofamiliares brasileiros.

O programa tem a duração de 4 anos para ocorrer o efetivo melhoramento genético. Neste período, a CONAFER fará a doação de sêmens aos pequenos pecuaristas de estados e municípios, atingindo milhares de produtores em todo o território nacional.
Para desenvolver o +Pecuária Brasil nos estados e municípios, os corpos técnicos da CONAFER e da ALTA GENETICS darão o treinamento de nivelamento dos técnicos das secretarias de forma presencial.
Às secretarias de estado e municípios caberá a definição de um corpo técnico para elaborar o plano de trabalho e implantar o +Pecuária Brasil por meio da seleção dos pecuaristas que tenham propriedades em boas condições sanitárias e nutricionais do rebanho.

Os benefícios do +Pecuária BrasilVantagens ao pecuarista

Vantagens ao pecuarista
A reprodução é um dos fatores que mais afetam a produtividade e a lucratividade de um rebanho. Uma fazenda com bom desempenho reprodutivo consegue produzir mais, vender mais e gerar mais lucro.
Os produtores terão apoio técnico para o melhoramento genético do seu plantel por meio de inseminação artificial. Tudo sem custos durante 4 anos e com acompanhamento do gado inseminado neste período.

Qualidade no rebanho
As doses, insumos e logística são de responsabilidade da CONAFER. A alta qualidade dos sêmens tem a garantia da empresa ALTA GENETICS, referência internacional em genética bovina.
O programa trabalha com touros provados e acesso ao catálogo de raças da ALTA GENETICS, reduzindo as chances de doenças genéticas nos plantéis.

Lucro no negócio
Com a melhora dos índices de reprodutividade, eleva-se a produção leiteira, a qualidade do gado de corte e a lucratividade final do produtor.
A garantia de um rebanho certificado aumenta o valor do produto final, melhora a comercialização e cria perspectivas de futuro para o negócio.

Tecnologia na produção
A tecnologia da inseminação artificial atua no aumento de produção de arrobas por hectare, no tamanho da carcaça, na fertilidade, na eficiência alimentar, na resistência a doenças. Em resumo: o melhoramento genético diminui o custo e aumenta a produção.
Um software de Alta Gestão fará o gerenciamento da reprodução, melhorando a taxa de prenhez e os índices de reprodutividade. O sistema é online, e depois de alimentado com informações reprodutivas da fazenda, gera listas, gráficos e relatórios para tomadas de decisões de forma rápida e precisa.

Sustentabilidade no campo
O melhoramento genético é a melhor ferramenta para responder à demanda por sustentabilidade ambiental. No mais positivo dos cenários, em relação ao desempenho, é possível ter o dobro de produção em metade das terras ocupadas atualmente pela bovinocultura.
A produção sustentável garante mais lucros com menores custos, conserva os solos e os recursos hídricos, preserva a biodiversidade, possibilita o sequestro de carbono maior que a emissão de metano dos bovinos, além da pastagem com melhor qualidade nos períodos críticos do ano.

Desenvolvimento para estados e municípios
O programa integra-se às políticas públicas de estados e municípios. Por meio de um Acordo de Cooperação Técnica com a CONAFER, o governo estadual tem a oportunidade de fomentar o setor, melhorar as condições socioeconômicas dos pequenos produtores, gerar mais empregos, levar nova tecnologia ao campo e ampliar as receitas estaduais com o crescimento de toda a cadeia produtiva agropecuarista.

CAFÉ + PAU-BRASIL: consórcio das culturas é alternativa na produção agrofamiliar sustentável

da Redação

O Serviço Florestal Brasileiro, órgão ligado ao Mapa, vai atuar por meio do Programa Arboretum na implantação de uma área de cultivo de café em consórcio com pau-brasil, no município de Teixeira de Freitas, na Bahia. A inserção do componente florestal em cultivos agrícolas traz benefícios ao solo e melhores condições microclimáticas, contribuindo para a sustentabilidade ambiental do sistema e para a conservação da biodiversidade. Além do cultivo do café, a área implantada na Fazenda Bom Retiro produzirá sementes selecionadas de pau-brasil para desenvolvimento do cultivo da espécie e madeira no final do ciclo. O Programa Arboretum vai ofertar os insumos (mudas, adubação e hidrogel), assistência técnica e monitoramento, enquanto o proprietário agrofamiliar trabalha na manutenção da área

A parceria com proprietários rurais e comunidades é crescente no âmbito do Arboretum. O objetivo é fomentar as cadeias econômicas florestais ao lado da conservação e da valorização da biodiversidade florestal. A Fazenda Bom Retiro também tem parceria com o Arboretum em áreas de restauração, e é considerada referência em sustentabilidade e inovação.

O Centro de Desenvolvimento Florestal Sustentável Programa Arboretum também está implantando um viveiro florestal de pau-brasil na Bahia. A iniciativa, que conta com apoio da Universidade Federal de Lavras (UFLA) e da Prefeitura de Itamaraju, será desenvolvida no âmbito do Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Pau-Brasil. O Arboretum irá oferecer assistência técnica e apoio logístico em comunidades rurais nas ações de produção de sementes florestais e mudas.

O viveiro do Pau Brasil visa ser referência na produção dessa espécie e irá possibilitar uma alternativa de geração de renda para as famílias do PDS, que é o local da maior população de pau-brasil conhecida, registrada pela Ceplac. Atualmente, o Arboretum já atua por meio de um Núcleo de Coleta de Sementes No PDS Pau-Brasil.

O Arboretum é um programa interinstitucional viabilizado e apoiado pelo Ministério Público do Estado da Bahia, sob a coordenação técnica e executiva do Serviço Florestal Brasileiro. A gestão é feita por um conselho que reúne instituições públicas de controle, pesquisa e normatização: SEMA-BA, UNEB, IFBaiano, Embrapa e CNCFLORA-JBRJ. Foi reconhecido como o primeiro Centro de Desenvolvimento Florestal Sustentável-CDFS no âmbito do SFB em 2018.

Por meio do CDFS Programa Arboretum, já estão sendo apoiadas a implantação e manutenção de agroflorestas. A ideia é conciliar a recomposição florestal com a produção de alimentos, especialmente cacau e banana em áreas de agricultura familiar.

+PECUÁRIA BRASIL: 3ª edição da PecShow em Tocantins tem participação da CONAFER

da Redação

Em um dos eventos da pecuária mais importantes do país, a PecShow, que se realiza em Palmas, capital do Tocantins, o coordenador técnico do +Pecuária para o Norte e Nordeste, Carlos Schumaker, é um dos convidados para debater as vantagens da tecnologia de melhoramento genético, além de falar dos primeiros resultados do programa inédito de inseminação artificial que nasceu da parceria entre a CONAFER e a ALTA GENETICS, o +Pecuária Brasil, que dia após dia avança por todo o país. A PecShow, Feira de Exposição e Vendas de Touros vai até este sábado 30 de outubro com a participação de expositores, técnicos, acadêmicos e pecuaristas. Além da exposição de bovinos das raças Nelore, Senepol e Bosmara, a feira comercializa veículos, tratores, implementos agrícolas e insumos, e ainda realiza oficinas, rodas de conversas, dinâmicas e palestras

A nossa Confederação se faz presente até amanhã no maior evento técnico do setor pecuarista tocantinense. Tocantins foi um dos primeiros estados a firmar um do Acordo de Cooperação Técnica com a CONAFER para levar o programa + Pecuária aos pequenos produtores, com total apoio técnico e acompanhamento da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Aquicultura do Tocantins, a Seagro.

Para Carlos Shumaker, um dos coordenadores técnicos do +Pecuária, “estar presente neste evento, que é uma referência técnica do melhoramento genético do nosso país, é uma grande valorização do programa da CONAFER, o maior programa de difusão de material genético superior para o produtor familiar brasileiro. É mais uma confirmação de que estamos no caminho certo para levar tecnologia de ponta direto para o produtor.”

Carlos Shumaker, coordenador técnico do +Pecuária para o Norte e Nordeste, representa a CONAFER no PecShow em Tocantins

Feira PecShow tem foco em genética e tecnologia

A PecShow apresenta um grande número de animais selecionados geneticamente, e acontece no Parque Agrotecnológico de Palmas. Ela é voltada para o segmento pecuarista e tem como objetivo promover a melhora da qualidade dos rebanhos por meio da melhoria genética e da transferência de tecnologia no território do Tocantins.

Já em sua 3ª edição, além do ambiente de negócios e dinâmicas, a feira vai sediar a Vitrine PecShow, organizado pelo Vitrine Pecuária, onde serão comercializados presencialmente gado P.O de corte e leite, equinos e ovinos e virtualmente gado comercial, com mais de mil animais.

Sobre o mercado pecuarista tocantinense, a carne e os derivados bovinos chegam a todas as regiões brasileiras e são exportados a mais de 20 países, especialmente Europa e Ásia. “Nos primeiros 4 meses de 2021 foram R$ 499.783,40 milhões em carne exportada, representando 17% da exportação do Estado (MDIC). Com um rebanho com mais de 9 milhões de cabeça os produtores têm investido em tecnologias de melhoramento genético, buscando sempre excelência em produtividade e mostrando assim a tendência de expansão e o grande potencial para a economia do Estado”, explicou o secretário Jaime Café, responsável pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Aquicultura do Tocantins, a Seagro, órgão organizador da PecShow.

Conheça o Programa +Pecuária Brasil, a melhor genética do campo

Em parceria com a líder mundial na tecnologia de inseminação artificial, a ALTA GENETICS, a CONAFER criou o programa + Pecuária Brasil para o desenvolvimento dos rebanhos bovinos de corte e leite em todo o país, contribuindo decisivamente para o crescimento socioeconômico dos agropecuaristas agrofamiliares brasileiros.

O programa tem a duração de 4 anos para ocorrer o efetivo melhoramento genético. Neste período, a CONAFER fará a doação de 3 mil doses de sêmens anuais a cada estado brasileiro, 12 mil doses durante os próximos 4 anos, atingindo milhares de agropecuaristas familiares de todo o território nacional.

Para desenvolver o +Pecuária Brasil nos estados, os corpos técnicos da CONAFER e da ALTA GENETICS darão o treinamento de nivelamento dos técnicos das secretarias de forma presencial.

Às secretarias caberá a definição de um corpo técnico para elaborar o plano de trabalho e implantar o +Pecuária Brasil por meio da seleção dos pecuaristas que tenham propriedades em boas condições sanitárias e nutricionais do rebanho.

+Pecuária Brasil é + vantagens ao pecuarista agrofamiliar

A reprodução é um dos fatores que mais afetam a produtividade e a lucratividade de um rebanho. Uma fazenda com bom desempenho reprodutivo consegue produzir mais, vender mais e gerar mais lucro. Os produtores terão apoio técnico para o melhoramento genético do seu plantel por meio de inseminação artificial. Tudo sem custos durante 4 anos e com acompanhamento do gado inseminado neste período.

+Pecuária Brasil é + qualidade no rebanho

As doses, insumos e logística são de responsabilidade da CONAFER. A alta qualidade dos sêmens tem a garantia da empresa ALTA GENETICS, referência internacional em genética bovina. O programa trabalha com touros provados e acesso ao catálogo de raças da ALTA GENETICS, reduzindo as chances de doenças genéticas nos plantéis.

+Pecuária Brasil é + lucro no negócio

Com a melhora dos índices de reprodutividade, eleva-se a produção leiteira, a qualidade do gado de corte e a lucratividade final do produtor. A garantia de um rebanho certificado aumenta o valor do produto final, melhora a comercialização e cria perspectivas de futuro para o negócio.

+Pecuária Brasil é + tecnologia na produção

A tecnologia da inseminação artificial atua no aumento de produção de arrobas por hectare, no tamanho da carcaça, na fertilidade, na eficiência alimentar, na resistência a doenças. Em resumo: o melhoramento genético diminui o custo e aumenta a produção. Um software de Alta Gestão fará o gerenciamento da reprodução, melhorando a taxa de prenhez e os índices de reprodutividade. O sistema é online, e depois de alimentado com informações reprodutivas da fazenda, gera listas, gráficos e relatórios para tomadas de decisões de forma rápida e precisa.

+Pecuária Brasil é + sustentabilidade no campo

O melhoramento genético é a melhor ferramenta para responder à demanda por sustentabilidade ambiental. No mais positivo dos cenários, em relação ao desempenho, é possível ter o dobro de produção em metade das terras ocupadas atualmente pela bovinocultura. A produção sustentável garante mais lucros com menores custos, conserva os solos e os recursos hídricos, preserva a biodiversidade, possibilita o sequestro de carbono maior que a emissão de metano dos bovinos, além da pastagem com melhor qualidade nos períodos críticos do ano.

+Pecuária Brasil é + desenvolvimento para os estados

O programa integra-se às políticas públicas dos estados. Por meio de um Acordo de Cooperação Técnica com a CONAFER, os governos estaduais têm a oportunidade de fomentar o setor, melhorar as condições socioeconômicas dos pequenos produtores, gerar mais empregos, levar nova tecnologia ao campo e ampliar as receitas estaduais com o crescimento de toda a cadeia produtiva agropecuarista.

CARBONO ZERO: estoques de carbono nos solos brasileiros serão mapeados em programa da Embrapa

da Redação

Foram lançados nesta quarta-feira (27), no âmbito do Programa Nacional de Levantamento e Interpretação de Solos do Brasil (PronaSolos), os novos mapas de estoque de carbono orgânico dos solos brasileiros. O material é uma importante ferramenta para subsidiar políticas públicas relacionadas às mudanças climáticas e à diminuição da emissão dos Gases de Efeito Estufa (GEEs), com gestão eficiente dos recursos naturais. Conhecer a distribuição do carbono nos solos do Brasil, nas diferentes regiões, estados, municípios, biomas e nas fronteiras agrícolas é fundamental para a definição de estratégias e direcionamento de políticas públicas, principalmente aquelas cuja temática está ligada à descarbonização da agricultura e recarbonização do solo, como o Plano ABC+ e o programa Águas do Agro, ambos do Mapa

Por meio desse trabalho, desenvolvido pela equipe de pesquisadores da Embrapa Solos, em parceria com a Embrapa Agricultura Digital, será possível identificar quais são as áreas potenciais no Brasil para a prática de economia verde, o que impactará positivamente no cumprimento dos compromissos brasileiros para a mitigação das mudanças climáticas.

O secretário adjunto de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa e representante da coordenação do Comitê Estratégico do PronaSolos, Cleber Soares, destacou a importância dos solos para a agropecuária. “O maior patrimônio do produtor rural chama-se o solo que ele é responsável. É por meio dos nossos solos que produzimos alimentos, fibras, energia e outras funcionalidades derivadas da agricultura. Neste momento, é oportuno apresentarmos e disponibilizarmos esses mapas, porque é o momento em que o mundo discute e clama, cada vez mais, por uma agenda de sustentabilidade. E os solos são um dos maiores reservatórios de carbono da natureza. Então, nós precisamos conhecer mais e de forma profunda os nossos solos”.

Ao aproximar os mapas de Estoque de Carbono do Solo do Brasil de 2017 e de 2020 é possível perceber a melhoria na qualidade da imagem, o que otimizará a utilização dos dados

Os novos mapas apresentam informações inéditas no país ao fornecerem um retrato detalhado do carbono orgânico estocado no solo brasileiro até a profundidade de 2 metros, na resolução espacial de 90 metros (escala equivalente entre 1:250.000 e 1:100.000). Além disso, as informações de carbono até 1 metro de profundidade estão destrinchadas em cinco camadas: 0-5 cm; 5-15 cm; 15-30 cm; 30-60 cm; e 60-100 cm de profundidade. Esse detalhamento mostra a evolução do levantamento com relação aos mapas anteriores, divulgados em 2017, cuja análise foi realizada a 0-30 cm de profundidade, na resolução de 1 km.

Dentre as variáveis utilizadas para geração dos mapas estão as de relevo, como índice de fundo de vale plano, elevação e índice de rugosidade do terreno, e também as de clima, como precipitação média anual, temperatura do quadrimestre mais frio e radiação solar.

Os novos conjuntos de mapas estão disponíveis para consulta e download no Portal de Dados do PronaSolos (SigWeb). O ambiente virtual reúne, em um sistema de informações geográficas, mapas e dados de solos produzidos pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e permite o cruzamento entre alguns desses produtos, a partir das seleções solicitadas pelo usuário. 

 >> Clique aqui para acessar o Portal de Dados do PronaSolos (SigWeb)

Segundo a chefe-geral da Embrapa Solos, Maria de Lourdes Brefin, os solos têm um papel decisivo nas mudanças climáticas. “Esses mapas têm muito a ver com essa linha de base, com esse conhecimento dos

Especialmente para esse momento tão importante antes da COP 26 e onde os solos agrícolas devem ser parte da solução de mitigação das mudanças climáticas”.

De acordo com Brefin, os solos funcionam tanto como fonte quanto como sumidouro de carbono. “São fonte de CO² quando são mal manejados e quando transmitem para a atmosfera Gases de Efeito Estufa. E o seu papel mais importante é como sumidouro, é sequestrar esse carbono da atmosfera e estabilizá-lo na matéria orgânica do solo”, disse Brefin.

O solo é um dos cinco reservatórios de carbono do ecossistema terrestre, juntamente com a biota, oceanos, atmosfera e formações geológicas. “Se você somar biota e atmosfera, o solo tem mais carbono do que esses dois juntos. Na verdade, 2/3 de todo o pool de carbono estão no solo. Então, cabe a nós pesquisadores, aos agricultores e aos tomadores de decisão gerar ações e políticas públicas que possam manter e aumentar a matéria orgânica do solo e manter no solo esse carbono”, ressaltou a chefe-geral da Embrapa Solos.

Distribuição

A distribuição espacial do estoque de carbono no solo pode variar de acordo com o tipo de solo, o clima, o material geológico que formou o solo e, especialmente, em função do uso e manejo do solo. Quanto maior o conteúdo de matéria orgânica de um solo, maior o seu poder de sequestrar o carbono.

Os mapas foram gerados com o uso de metodologia de Mapeamento Digital de Solos e computação de alto desempenho a partir de dados organizados pela equipe de projeto da Embrapa Solos intitulado “Mapas Nacionais de Atributos do Solo: Contribuição ao PronaSolos, GlobalSoilMap e Aliança Mundial pelo Solo”.

De acordo com os mapas apresentados pelo chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Solos, Gustavo Vasques, a região da Amazônia e o Sul do Brasil possuem uma maior quantidade de estoque de carbono. “Tem um grande bolsão nas serras do Sul, onde tem solos formados com material mais rico, formado de basalto, e solos formados em altitude, em locais planos e de altitude. Esse ambiente propicia o acúmulo de carbono, porque a degradação é mais lenta, por causa do frio, e, ao mesmo tempo, tem uma boa produção de massa vegetal. Na Amazônia, a produção de massa vegetal e a produtividade primária são muito grandes. Então, apesar de ter um clima quente e com muita chuva, que promove a degradação, a ciclagem de nutrientes é muito grande, o que faz o carbono acumular”.

Em contraponto, a concentração de carbono é menor nos solos do Pantanal e da Caatinga. “O Pantanal tem solos mais arenosos. Então, apesar de ter uma quantidade de solos alagados, esses solos acumulam muito pouco, porque não têm material argiloso onde esse carbono pode ficar retido, onde a matéria orgânica é retida. Então, ela é perdida nas chuvas. A Caatinga é outro exemplo onde você tem estoques baixos, porque com pouca chuva você produz pouca vegetação. Como você não tem vegetação aportando carbono e matéria orgânica, esses solos, ao longo de milhares de anos, acumularam pouco carbono”, disse Vasques.

Ao comparar os mapas de estoque de carbono de 2017 e 2021, a 0-30 cm, o chefe de pesquisa da Embrapa Solos avaliou que o Brasil está no caminho certo. “Me chama a atenção o fato de que o estoque total, de mais ou menos 36 bilhões de toneladas de carbono, é bastante similar entre 1 km e 90 m. O que nos traz uma consciência de que estamos acertando no alvo, pelo menos de uma forma global. Esse estoque é 5% do estoque global de carbono de 0-30 cm e o Brasil é o país tropical de destaque, pelo seu tamanho, entre os países do mundo, contribuindo para o estoque global”.

O PronaSolos é o maior programa de investigação do solo brasileiro, que visa consolidar a integração de dados e colaborar com o avanço do conhecimento dos solos no país. Sua criação teve início em 2015, quando foi constituído um grupo de trabalho coordenado pela Embrapa Solos e composto por pesquisadores de outras unidades da Embrapa, do Mapa, do IBGE, da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (SBCS), da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), da Universidade Federal do Piauí (UFPI), da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e da Universidade Federal de Lavras (UFLA), que formularam o documento base para a criação do programa.

O PronaSolos foi oficializado com a assinatura do Decreto nº 9.414, de 19 de junho de 2018, e a sua estrutura de governança, que possui comitês Estratégico e Executivo, foi instituída pelo Decreto nº 10.269, de 6 de março de 2020. Por um período de 30 anos, o programa tem a missão de fomentar o conhecimento sobre os solos brasileiros, a partir do mapeamento de todo o território nacional, envolvendo instituições parceiras dedicadas à investigação, documentação, formação de profissionais, sistematização das informações de ciências do solo, incremento na realização de inventários e interpretação dos dados de solos brasileiros. O objetivo é mapear os solos de 1,3 milhão de km² do país nos primeiros dez anos e mais 6,9 milhões de km² até 2048.

Atualmente, o PronaSolos conta com a cooperação de mais de 40 instituições públicas e privadas que se uniram em um desafio continental para uma melhor gestão dos solos do Brasil. A partir do detalhado conhecimento sobre os solos, disponibilizados em uma única plataforma tecnológica, a iniciativa busca proporcionar o aumento da usabilidade dos dados e informações, aprimorando a aplicação dos conhecimentos.

As informações levantadas pelo PronaSolos contribuirão para a potencialização da produtividade agrícola, otimização da expansão urbana, prevenção de riscos e catástrofes, valorização de terras e concessão de crédito agrícola. Especialmente para a agricultura, os resultados do programa poderão permitir que se conheça onde estão as áreas mais aptas para o crescimento sustentável da produção agrícola e pecuária no território nacional. Com informações do Mapa e da Embrapa.

AGROCONAFER: o serviço da CONAFER para levar crédito do Banco do Brasil na mão do agricultor

da Redação

Com o conceito “A mão que lavra a terra, colhe um Pronaf”, o AGROCONAFER é um vasto território de oportunidades para os pequenos produtores financiarem o seu futuro como empreendedores, garantindo o crédito para uma produção sustentável, gerando renda permanente e aumentando os lucros da sua atividade. Para atingir estes objetivos, o AGROCONAFER oferece dois caminhos inteligentes e seguros: as linhas de crédito Pronaf Custeio e Pronaf Mais Alimentos. A operação é na sede da CONAFER em Brasília, e as instituições filiadas à Confederação por todo o Brasil são autorizadas a funcionar como agências intermediadoras nos processos de financiamento. As vantagens são muitas, além do acesso ao dinheiro: os agricultores evitam senhas, filas e toda a burocracia bancária para acessar o crédito, podendo ir uma entidade associada à CONAFER com a garantia do atendimento exclusivo, contato direto com o correspondente bancário e agilidade no processo.

O que é o AGROCONAFER?

AGROCONAFER é o nome do correspondente legal criado pelo Acordo de Cooperação Técnica entre o Banco Brasil e a CONAFER, Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais, entidade do terceiro setor e de direito privado, e tem como objetivo principal o fomento a todo o segmento agrofamiliar brasileiro.

Com o AGROCONAFER, os associados da Confederação têm acesso às diversas modalidades de financiamento oferecidas pelo Banco do Brasil aos produtores rurais, em especial ao Pronaf, o Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar.

Conheça as modalidades de financiamento

PRONAF

O AGROCONAFER trabalha com o Pronaf Custeio e o Pronaf Mais Alimentos, oferecendo um maior tempo de carência, descontos na adimplência e a menor taxa de juros do mercado financeiro. A liberação de crédito é a partir de 10 mil reais com o teto limite de até 330 mil reais.

PRONAF CUSTEIO

Se você quer financiar despesas de atividades agrícolas e pecuárias, sementes, fertilizantes, defensivos, vacinas, ração, aquisição de animais ou custeio de qualquer atividade rural, solicite o PRONAF CUSTEIO.
Cada produtor pode financiar até R$ 250 mil por ano agrícola.

Taxas de Juros

Taxa de juros de 2,75% ao ano para:

• custeio de lavoura de arroz, feijão, mandioca, feijão caupi, trigo, amendoim, alho, tomate, cebola, inhame, cará, batata doce, batata inglesa, abacaxi, banana, açaí, pupunha, cacau, baru, castanha de caju, laranja, tangerina, olerícolas, erva-mate, ervas medicinais, aromáticas e condimentares;
• custeio de cultivos em sistemas de produção de base agroecológica ou em transição para sistemas de base agroecológica; • custeio de lavoura de milho para contratação de operações de custeio que, somadas, atinjam o valor de até R$ 20 mil por mutuário por ano agrícola;
• custeio pecuário destinado à apicultura, bovinocultura de leite, piscicultura, ovinos e caprinos;
• custeio destinado à exploração extrativista ecologicamente sustentável.

Taxa de juros de 4,0% ao ano para:

• custeio de lavoura de milho para contratação de operações de custeio que, somadas, ultrapassem o valor de R$ 20 mil por mutuário por ano agrícola. Nesse caso, a taxa de 4,6% a.a. incide sobre o valor integral da operação, e não apenas sobre o valor que excede o limite de R$ 20 mil; • custeio destinado às demais culturas e criações;
• aquisição de animais destinados a recria e engorda.

PRAZO

Para o custeio agrícola:

• açafrão e palmeira real (palmito): até 3 anos;
• culturas bienais: até 2 anos, de acordo com o ciclo da atividade financiada;
• lavouras permanentes: até 14 meses;
• demais culturas: até 1 ano.

Para o custeio pecuário:

• aquicultura: até 2 anos, conforme o ciclo produtivo de cada espécie contido no plano, proposta ou projeto;
• aquisição de bovinos e bubalinos para engorda em regime de confinamento: até 6 meses;
• aquisição de bovinos e bubalinos para recria e engorda em regime extensivo (quando o crédito abranger as duas finalidades na mesma operação): até 2 anos;

Demais atividades: até 12 meses.

PRONAF MAIS ALIMENTOS

Se o objetivo do produtor for financiar investimentos destinados à implantação, ampliação ou modernização da estrutura das atividades de armazenagem e produção na propriedade rural, aquisição de máquinas agrícolas, equipamentos e implementos, aquisição de matrizes, formação e recuperação de pastagens, proteção e correção do solo, aquisição de bens como tratores, veículos e embarcações, entre outras iniciativas deve ser solicitado o financiamento através do PRONAF MAIS ALIMENTOS.

Cada produtor pode financiar até R$ 330 mil por ano agrícola.
• Empreendimentos de suinocultura, avicultura, aquicultura, carcinicultura e fruticultura – R$ 330 mil;
• Construção ou reforma de moradias no imóvel rural de propriedade – R$ 50 mil;
• Demais empreendimentos – R$ 165 mil.

Crédito Coletivo: até R$ 165 mil por mutuário/ano agrícola, limitado a 10 proponentes por operação.

Taxas de Juros

Taxa de juros de 2,75% ao ano em empreendimentos de:

• adoção de práticas conservacionistas de uso, manejo e proteção dos recursos naturais, incluindo a correção da acidez e da fertilidade do solo e a aquisição, transporte e aplicação dos insumos para estas finalidades;
• formação e recuperação de pastagens, capineiras e demais espécies forrageiras, produção e conservação de forragem, silagem e feno destinados à alimentação animal;
• implantação, ampliação e reforma de infraestrutura de captação, armazenamento e distribuição de água, inclusive aquisição e instalação de reservatórios d’água, infraestrutura elétrica e equipamentos para a irrigação;
• aquisição e a instalação de estruturas de cultivo protegido, inclusive os equipamentos de automação para esses cultivos;
• construção de silos, ampliação e construção de armazéns;
• aquisição de tanques de resfriamento de leite e ordenhadeiras;
• exploração extrativista ecologicamente sustentável.

Taxa de juros de 4% ao ano aos demais empreendimentos e finalidades.

Prazo

• Até 5 anos, incluído até 1 ano de carência para financiamentos de motocicletas adaptadas à atividade rural e caminhonetes de carga, exceto caminhões;
• Até 7 anos, incluídos até 14 meses de carência para financiamentos destinados à aquisição de tratores e implementos associados, colheitadeiras e suas plataformas de corte, assim como máquinas agrícolas autopropelidas para pulverização e adubação;
• Até 10 anos, incluídos até 3 anos de carência para os demais financiamentos.

Como adquirir o financiamento?

Passo a passo.

Basta ser filiado à CONAFER e ter uma conta corrente ativa no Banco do Brasil (a conta corrente é obrigatória para dar início a realização do processo de financiamento e recebimento do crédito).

  1. Caso não tenha a conta ativa basta ir na agência mais próxima e solicitar a abertura, lembrando que não pode ser feita uma conta por aplicativo, somente em agência.
  2. Apresentar as seguintes documentações para o cadastro inicial na entidade vinculada à CONAFER em seu município:
    ✓ RG e CPF
    ✓ DAP
    ✓ CAR
    ✓ Dados da conta-corrente do Banco do Brasil
  3. Após a efetivação do cadastro será enviada a solicitação de autorização para o compartilhamento virtual de dados, ou por aplicativo do Banco do Brasil, internet banking https://www.bb.com.br/, caixa eletrônico com o cartão físico ou solicitando que o gerente da agência faça a autorização de pendência internamente.
  4. De acordo com as documentações solicitadas, será necessário um projeto assinado pelo técnico credenciado pelo Banco do Brasil (taxa de serviço inclusa no valor do financiamento); ou contratado individualmente; ou solicitar a assistência técnica da CONAFER, caso tenha disponível na região.
  5. Após o proponente digitalizar as documentações exigidas pelo Banco do Brasil, os dirigentes enviarão para a sede da CONAFER, que irá formalizar a proposta e enviar para a análise.
  6. A partir daí o banco tem até 48 horas para analisar a proposta enviada e fazer a liberação do crédito caso todos os documentos estejam devidamente corretos.

MISSÃO YANOMAMI: em Barcelos, CONAFER filia novos parentes e segue missão no Amazonas

da Redação

Depois de acompanhar a Primeira Assembleia da Associação Xorómawë, no último dia 15 de outubro de 21, com a participação de 16 comunidades Yanomami e 11 Tuxauas, além de 150 parentes de outras comunidades do Rio Negro, após chegada em Barcelos, e vindos de Manaus, os secretários indígenas Lucas Santana, Burain de Jesus e Júnior Xukuru, o secretário da Amazônia Legal Silas Vaz e a cientista política Alcyjara Lacerda, realizaram nos dias 21, 22 e 23 de outubro, em parceria com a União Nacional Indígena (UNI), centenas de novas filiações de parentes Yanomami, além da compra de 250 cestas básicas para ajudar as comunidades indígenas mais carentes. No dia 22 houve um grande mutirão para filiar novos agricultores dos povos Yanomami e Baré, o que se repetiu nos dias seguintes até ontem

São quase dois dias para chegar em Barcelos, um dos lugares mais bonitos e encantadores do interior do Amazonas, mais ao Norte do Estado, com uma natureza de exuberância única, a 400 km em linha reta da capital Manaus, ou 1 mil km entre condução por terra e barco. De avião, a viagem dura 1 hora passando pela floresta e os arquipélagos da imensa bacia amazônica, até aportar às margens do lendário Rio Negro, com direito a sobrevoar o espetáculo do maior afluente da margem esquerda do rio Amazonas, e o sétimo maior rio do mundo em volume de água.
Fundada em 1728, Barcelos é uma cidade histórica, a primeira capital da província do Amazonas, e tem sua origem ligada às missões que chegaram na Aldeia de Mariuá. Nesta região vivem indígenas de diversas etnias, entre elas os Yanomami, organizados em aproximadamente 250 aldeias dentro da grande floresta.

Desde que foram recebidos pelas duas lideranças representantes da associação Xorómawë, Geraldo e Leno, logo na chegada em Barcelos, já em território sagrado, para depois serem apresentados para todos os parentes Yanomami, os representantes da CONAFER atuaram nos cadastros, acompanhando as demandas das comunidades, reuniões com as lideranças, em rituais sagrados e também no auxílio aos parentes com a entrega destes alimentos.

A CONAFER e a luta dos povos originários
A história do genocídio de 6 milhões de indígenas, desde que os colonizadores chegaram na América, desde que aqui se fixaram infringindo direitos humanos e os direitos dos povos originários, desde que destruíram milhares de etnias, desde então, somos herdeiros da luta pela defesa dos territórios dos povos que originaram nosso país, que formam a nossa cultura e nos inspiram diariamente a preservar o meio ambiente. Portanto, a luta dos povos originários é também uma luta da CONAFER.

Estamos juntos, apoiamos e defendemos os povos indígenas. E nos aliamos como bravos guerreiros na defesa das suas causas, principalmente o direito à proteção dos seus territórios, à autodemarcação, à liberdade de expressão e preservação da sua rica cultura. Todos os indígenas são reconhecidos como agricultores familiares pela Lei da Agricultura Familiar, a Lei nº 11.326, de 2006.

Para atuar mais diretamente nas causas indígenas, a CONAFER tem secretarias voltadas para as questões indígenas, trabalhando desde o mapeamento de territórios até o fomento às suas diversas culturas agroecológicas, no apoio logístico em aldeias por todo o país, no estímulo à cultura e às suas tradições.

Conheça as principais leis relacionadas aos direitos e garantias dos povos originários:

Constituição Federal

Convenção 169 da OIT

Lei nº 6.001/1973 – Estatuto do Índio

Lei nº 4.504/64 – Estatuto da Terra

Lei nº 12.651/2012 – Código Florestal

Portaria nº 666/2017/PRES/FUNAI – Regimento Interno da Funai

Decreto nº 7.747/2012 – Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas – PNGATI

Decreto nº 3.108/1999 – Acordo Constitutivo do Fundo para Desenvolvimento dos Povos Indígenas da América Latina e do Caribe

Decreto nº 6.040/2007 – Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais

Instrução Normativa n° 15/2018/PRES/IBAMA -Define quais atividades ou empreendimentos desenvolvidos pelos povos indígenas não são sujeitos ao licenciamento ambiental

Lei nº 8.171/1991 – Política Agrícola

Lei nº 11.326/2006 – Política Nacional da Agricultura Familiar

Decreto nº 3.991/2001 – Programa Nacional da Agricultura Familiar – PRONAF

Portaria MDA nº 17/2010 – Condições e procedimentos para declaração de aptidão ao PRONAF

Portaria MDA nº 94/2012 – Instituição da declaração de aptidão ao PRONAF para indígena – DAP I

Decreto nº 7.794/2012 – Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica

Lei nº 12.188/2010 – Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural

Lei nº 12.512/2011 – Programa Fomento Rural

Lei nº 10.711/2003 – Sistema Nacional de Sementes e Mudas

Decreto nº 5.153/2004 – Regulamentação do Sistema Nacional de Sementes e Mudas

Portaria MDA/MJ nº 02/2015 – Institui o Selo Indígena

Lei nº 11.346/2006 – Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional – LOSAN

Decreto nº 7.272/2010 – Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – PNSAN

Lei nº 11.947/2009 – Política Nacional da Alimentação Escolar

Lei nº 11.771/2008 – Lei Geral do Turismo

Instrução Normativa nº 003/2015/PRES/FUNAI – Regulamenta a visitação turística em Terras Indígenas

MINUTO SAÚDE CONAFER: Outubro Rosa

Estamos no mês de conscientização e prevenção do câncer de mama. É o tipo de câncer mais comum entre mulheres e se diagnosticado no começo, tem grandes chances de cura. Por isso, é importante que a mulher faça seus exames de rotina periodicamente.

O Outubro Rosa foi criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. A data tem como objetivo compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.

Saiba mais com a nossa cartilha:

Acompanhe esta e outras séries na TV CONAFER.

https://youtu.be/8zOjDyUdPn4

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JOGOS INFANTOJUVENIS DA CARAMURU: na aldeia indígena do Sul da Bahia, as crianças Pataxó Hã-Hã-Hãe mostram que o melhor esporte é se divertir

da Redação

A Aldeia Caramuru Catarina Paraguaçu, está localizada no município de Pau Brasil, a 542 km da capital Salvador. Nela vivem, convivem, trabalham e se divertem, os Pataxó Hã-Hã-Hãe, etnia muito afeita às atividades físicas e culturais, como aliás, é algo muito comum, da cultura de milhares de aldeias espalhadas pelo país. Nas aldeias indígenas, todos gostam de brincar e jogar. As crianças podem passar o dia inteiro brincando e inventando atividades. Existem muitas formas de se divertir, mas o objetivo é sempre desfrutar do momento e da companhia dos amigos. Este é o espírito dos Jogos Indígenas Infantojuvenis, que ocorreram no início de outubro, em homenagem às crianças. Mais do que a competição, os jogos ajudam a desenvolver habilidades importantes ao longo da vida. Jogar e brincar também são formas de aprender!

A ancestralidade indígena contém o gene da luta pela vida, da atividade física como exercício de sobrevivência, algo muito presente em todas as atividades nas comunidades. Individual ou coletivamente, o ato de brincar é passado de geração para geração, incluindo os rituais de preparação: todos se pintam, enfeitam seus corpos e constroem seus próprios brinquedos. A cultura indígena é riquíssima, valorizando os ensinamentos e as tradições mantidas pelos anciãos como ações fundamentais. Os Jogos Indígenas Infantojuvenis da Caramuru, é uma forma de incentivar cada indígena desde cedo nas práticas desportivas e culturais, e por meio de vários tipos de modalidades e instrumentos usados no cotidiano do povo Pataxó.

Os Jogos Indígenas Infantojuvenil Pataxó ocorreram no início de deste mês, e foram desenvolvidos e estimulados por professores, em sala de aula e na comunidade. Eles são fundamentais para o incentivo, o fortalecimento e a afirmação da identidade cultural da comunidade Pataxó e outras aldeias da mesma etnia.

Os Jogos Infantojuvenis Pataxó foram destaque e tiveram grande visibilidade na comunidade Caramuru, e também em outras comunidades Pataxó, que já vem participando e também na sociedade não indígenas. Desta forma, os Jogos têm um papel fundamental na formação social e cultural e em todos os aspectos que definem uma criança Pataxó.

Nestes Jogos, as crianças como atletas passam a conhecer e aprimorar as técnicas sobre o uso dos instrumentos usados para cada modalidade e aprendem a se preparar com os professores e os mais velhos que são detentores destes conhecimentos, e os mesmos fazem o possível para que estes conhecimentos se renovem e se transmitam as novas gerações de forma que os mesmos sejam preservados.

Durante os jogos, as crianças da aldeia estavam muito animadas com seus maracás em mãos, que logo em seguida seriam usadas para a corrida. Na corrida com maracás, 10 crianças indígenas percorrem uma distância de 15 metros cada uma, sendo 10 metros de volta, sendo que ao retornar o pequeno guerreiro irá passar o maracá para seu companheiro de equipe que fará o mesmo percurso.

No Cabo de Guerra temos uma corda bem forte, uma marcação no meio dela com uma fita, dois grupos de crianças, a fim de formar duas equipes iguais ou bem equilibradas na força, e muita emoção para a criançada ver qual o grupo será o vencedor. Esta modalidade é muito aceito entre as etnias participantes de todas as edições dos Jogos, é uma grande atração sempre, arrancando forte manifestação da torcida indígena e do público em geral.

No desfile final dos Pataxó Hã-hã-hãe, os jovens atletas indígenas fecharam os Jogos com chave de ouro, juntando-se para o evento final com pinturas corporais e com os seus cocares, sem ganhadores nem perdedores, pois todos aprenderam neste Dias das Crianças que se divertir é o melhor esporte.

Com informações da Seagro, por Greiciane Coelho.

AGROENERGIA: condomínios promovem economia para pequenas propriedades rurais

da Redação

Estudo da Embrapa mostra que os condomínios de agroenergia potencializam o desempenho ecológico, socioambiental e econômico das pequenas propriedades rurais. Antes, resíduos iam para lagoas de estabilização gerando gases de efeito estufa (GEEs). Com as pequenas propriedades gerando biogás, ele pode ser transportado por gasodutos formando um condomínio gerador de energia partilhada por todos. Com o biogás gerado, propriedades substituem o consumo de lenha e de gás de cozinha (GLP) promovendo economia. Condomínios de agroenergia têm potencial para melhorar a destinação de resíduos agrícolas e contribuir para o aumento da oferta de energia elétrica no país

A geração de gás natural em pequenas propriedades rurais, por meio de um sistema integrado, é um bom negócio para o ambiente e para os produtores. Essa foi a conclusão do estudo de um condomínio de agroenergia implantado em Marechal Cândido Rondon (PR).

Pesquisadores do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Embrapa, da Universidade de Brasília (UnB) e do Centro Internacional de Energia Renovável (CI Biogás) apontam as possibilidades de vários modelos de negócio para a implementação de projetos coletivos de aproveitamento energético da biomassa residual (como o esterco) que podem beneficiar produtores familiares.

No Condomínio Ajuricaba, um projeto-piloto de pesquisa de produção de biogás em pequena escala, próximo à Usina Hidrelétrica de Itaipu, os biodigestores das propriedades rurais são interligados por uma rede de gasodutos que transporta o excedente de biogás para uma central de armazenamento.

O condomínio de agroenergia foi implantado em 2009, com a instalação de biodigestores visando ao aproveitamento energético de dejetos da bovinocultura de leite e da suinocultura em 33 estabelecimentos familiares rurais localizados na microbacia do Córrego Ajuricaba.

Os biodigestores foram conectados a um gasoduto de 25,5 km para o transporte do excedente de biogás (não utilizado nas propriedades) para uma central de armazenamento, na qual inicialmente era feita a alimentação de um secador de grãos comunitário e a geração de energia elétrica em uma microcentral termelétrica.

Em 2018, de acordo com dados do estudo, as 14 propriedades analisadas (de um total de 25 do condomínio, à época) já produziam juntas uma média mensal de 1.433 m³/mês de dejetos de bovinos e de suínos, que geravam uma produção média de 3.947 m³/mês de biogás. Em quase todas as propriedades, o consumo de gás de cozinha e lenha havia sido totalmente substituído pelo biogás.

Segundo os autores, outros estudos indicam que essa substituição pode reduzir em até 80% as despesas para aquisição de GLP e fertilizantes minerais. Foi o que registraram análises de projetos de digestão anaeróbia de pequeno porte implementados em áreas rurais na Colômbia.

“É importante ressaltar que em nossa condição tropical, a diversidade de substratos de resíduos que podemos usar para a geração do biogás nos proporciona vantagens em comparação a outros países que não têm uma diversidade tão grande para o processo de biodigestão. É uma vantagem competitiva muito grande que o Brasil possui”, como explicou o pesquisador Airton Kunz, da Embrapa Suínos e Aves (SC), que participou da implantação do Condomínio Ajuricaba.

Com informações da Embrapa.

+PECUÁRIA BRASIL: lançado em Quixeramobim, o programa inédito de melhoramento genético atingirá 11 municípios do Ceará

da Redação

A CONAFER e a SDA, Secretaria do Desenvolvimento Agrário do Ceará, assinaram nesta quinta-feira, 14 de outubro, um acordo de cooperação técnica que envolve 11 municípios para distribuição de 3 mil doses de sêmen pelo programa +Pecuária Brasil. A cerimônia de lançamento ocorreu na manhã de ontem, quinta-feira 14 de outubro, em Quixeramobim, município a 250 km da capital Fortaleza. Além dos pecuaristas agrofamiliares quixeramobimenses, também serão beneficiados os pequenos produtores de Iguatu, Quixelô, Quixeramobim, Deputado Irapuan Pinheiro, Solonópole, Quiterianópolis, Jucás, Jaguaretama, Jaguaribe, Novo Oriente e Iracema. O rebanho bovino no Ceará somava 2,5 milhões de cabeças até 2020, segundo dados da Pesquisa da Pecuária Municipal, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Agora com o +Pecuária, que surgiu da parceria entre a CONAFER e a líder mundial em inseminação artificial, a ALTA GENETICS, é possível ampliar esta perspectiva, pois o melhoramento genético é a melhor ferramenta para responder à demanda por produtos de alto valor agregado, sustentabilidade ambiental e fortalecimento de toda a cadeia produtiva da agropecuária familiar, gerando mais emprego e renda no campo

O governo do estado e os pecuaristas agrofamiliares cearenses, que serão beneficiados ao longo de 4 anos pelo programa, receberam com muita alegria a chegada do +Pecuária, o maior programa de melhoramento genético da agricultura familiar brasileira. O rebanho bovino no Ceará, em 2019, registrou recorde na série histórica de produção leiteira, com quase 800 milhões de litros. Em 2020 houve aumento na produtividade do plantel e de crescimento e diversificação da indústria de laticínios, o que fortaleceu ainda mais a cadeia produtiva da pecuária bovina no Estado. É neste cenário de crescimento e apoio do governo cearense às iniciativas voltadas aos pequenos pecuaristas, que o +Pecuária Brasil chega ao Estado.

Lançamento do +Pecuária ocorreu na Fazenda Normal, fazenda modelo de estudos tecnológicos da Ematerce

Sede da Ematerce em Quixeramobim – CE

Considerada um dos principais patrimônios do Estado e de estudos tecnológicos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce), a Fazenda Normal tem ações de pesquisa em uma unidade rural transformada em um Centro de Convivência com o Semiárido. Além de especialistas e técnicos, estudantes universitários difundem técnicas e desenvolvem práticas de campo, tanto na área da agricultura quanto da pecuária.
A Fazenda Normal, localizada no município de Quixeramobim, ocupa uma área de 1.507 hectares, e conta com total infraestrutura para os pesquisadores e aprendizes poderem permanecer por um maior período no campo de pesquisas e estudos.

Em pé ao microfone, Amanda Soares, uma das coordenadoras do +Pecuária Brasil. Na mesa: Antônio Amorim, presidente da Ematerce; a prefeita de Quiterianópolis, Priscilla Barreto; Carlos Bezerra, secretário Executivo do Desenvolvimento Agrário; o prefeito de Quixeramobim, Cirilo Antônio Pimenta Lima; Ricardo Silveira, prefeito de Quixada e o prefeito de Jucás, Édson Riva Cunha

A bovinocultura leiteira é uma das poucas atividades que são viáveis de cultivo em sequeiro no Ceará, isto é, que depende apenas de chuva. Além disso, ela estabelece uma renda contínua pelas excelentes condições da cadeia produtiva cearense. Por isso, a produção pode aumentar que o mercado consumidor vai absorver. O melhoramento genético já chegou ao Estado, mas desta forma, levando o sêmen diretamente ao pequeno produtor durante 4 anos, é algo inédito e muito bem-vindo. Uma característica climática ajuda no desenvolvimento dos rebanhos do Ceará: a temperatura é adequada tanto para a criação de gado leiteiro como para a engorda do animal destinado para corte. Dos dez maiores produtores de leite no Brasil, três estão no Ceará.

Sobre o desenvolvimento do setor no Estado, o governo cearense tem buscado iniciativas para valorizar os produtos lácteos, impulsionar a indústria e ao mesmo tempo acompanhar o produtor no campo: melhoramento genético do rebanho, gerenciamento das propriedades rurais, da qualidade do leite, da formação de reserva alimentar para o gado.

Agora com o +Pecuária, a agropecuária familiar cearense recebe mais um impulso importante, não apenas pelo aspecto de melhoria da qualidade dos plantéis, como também pelo horizonte que se abre para todo o segmento agrofamiliar.

O presidente Carlos Lopes, parabenizou toda a Equipe da CONAFER, “em especial aos coordenadores e responsáveis pela efetivação do + Pecuária Brasil, pelos produtores cearenses estarem mais confiantes e felizes com este lançamento. Estaremos proporcionando tecnologia e melhoramento na cadeia produtiva da pecuária brasileira, todos juntos e ao mesmo tempo”.

Saiba mais sobre o +Pecuária Brasil

+Pecuária Brasil é + vantagens ao pecuarista agrofamiliar

A reprodução é um dos fatores que mais afetam a produtividade e a lucratividade de um rebanho. Uma fazenda com bom desempenho reprodutivo consegue produzir mais, vender mais e gerar mais lucro. Os produtores terão apoio técnico para o melhoramento genético do seu plantel por meio de inseminação artificial. Tudo sem custos durante 4 anos e com acompanhamento do gado inseminado neste período.

+Pecuária Brasil é + qualidade no rebanho

As doses, insumos e logística são de responsabilidade da CONAFER. A alta qualidade dos sêmens tem a garantia da empresa ALTA GENETICS, referência internacional em genética bovina. O programa trabalha com touros provados e acesso ao catálogo de raças da ALTA GENETICS, reduzindo as chances de doenças genéticas nos plantéis.

+Pecuária Brasil é + lucro no negócio

Com a melhora dos índices de reprodutividade, eleva-se a produção leiteira, a qualidade do gado de corte e a lucratividade final do produtor. A garantia de um rebanho certificado aumenta o valor do produto final, melhora a comercialização e cria perspectivas de futuro para o negócio.

+Pecuária Brasil é + tecnologia na produção

A tecnologia da inseminação artificial atua no aumento de produção de arrobas por hectare, no tamanho da carcaça, na fertilidade, na eficiência alimentar, na resistência a doenças. Em resumo: o melhoramento genético diminui o custo e aumenta a produção. Um software de Alta Gestão fará o gerenciamento da reprodução, melhorando a taxa de prenhez e os índices de reprodutividade. O sistema é online, e depois de alimentado com informações reprodutivas da fazenda, gera listas, gráficos e relatórios para tomadas de decisões de forma rápida e precisa.

+Pecuária Brasil é + sustentabilidade no campo

O melhoramento genético é a melhor ferramenta para responder à demanda por sustentabilidade ambiental. No mais positivo dos cenários, em relação ao desempenho, é possível ter o dobro de produção em metade das terras ocupadas atualmente pela bovinocultura. A produção sustentável garante mais lucros com menores custos, conserva os solos e os recursos hídricos, preserva a biodiversidade, possibilita o sequestro de carbono maior que a emissão de metano dos bovinos, além da pastagem com melhor qualidade nos períodos críticos do ano.

+Pecuária Brasil é + desenvolvimento para os estados

O programa integra-se às políticas públicas dos estados. Por meio de um Acordo de Cooperação Técnica com a CONAFER, os governos estaduais têm a oportunidade de fomentar o setor, melhorar as condições socioeconômicas dos pequenos produtores, gerar mais empregos, levar nova tecnologia ao campo e ampliar as receitas estaduais com o crescimento de toda a cadeia produtiva agropecuarista.

Com informações da TrendsCE.