Plantando alimentos, colhendo saúde: sobre infecção urinária

VOCÊ SABIA?


A infecção urinária é uma doença comum entre as mulheres. Ela ocorre por diversos fatores,
como segurar a urina mesmo estando com muita vontade de utilizar o banheiro, higiene
incorreta da região perineal permitindo que as bactérias do trato gastrointestinal migrem para
a bexiga e devido às relações sexuais. Existem dois tipos: a cistite que causa problemas na
bexiga, e a pielonefrite que afeta os rins. Ambas causam problemas para a saúde, porém, a
segunda é mais grave, provocando sintomas mais rigorosos.


Se você já teve infecção de urina sabe o quanto os sintomas são desagradáveis e por este
motivo preparamos um material muito especial que vai te ajudar. Confira nosso informativo.


Secretaria de Agroecologia da CONAFER lança campanha “Plantando Alimentos, Colhendo Saúde”

da Redação

A SEAGRO, Secretaria Nacional de Agroecologia, Políticas Agrárias e Meio Ambiente, por meio de sua equipe de coordenação de saúde, vai trazer toda semana as melhores práticas na prevenção de doenças e cuidados na alimentação

A campanha “Plantando Alimentos, Colhendo Saúde” busca resgatar os saberes populares que sempre foram cultivados em comunidades, as quais utilizavam seus alimentos como o seu próprio remédio. Nosso propósito é recuperar esses valores pelo conhecimento da cultura tradicional. 
O espaço da horta e o ambiente do cultivo é também um lugar de socialização, bem-estar e um caminho de benefícios que a nossa saúde não pode abrir mão. Saber de onde vem nosso alimento e conhecer suas vantagens é fundamental para uma vida saudável. Mas é na sustentabilidade deste sistema alimentar que encontramos o seu maior valor, pois a agroecologia além de produzir nosso alimento, mantém o nosso espaço ambientalmente saudável.

Diversas cartilhas vão orientar sobre alimentação e cuidados na saúde

Semanalmente vamos publicar as dicas e as melhores maneiras para auxiliar na prevenção de doenças e manutenção da saúde, as queixas principais, educação alimentar e outras maneiras de intervenções, pensando sempre no que temos de possibilidades no quintal da nossa casa ou no espaço verde de um apartamento.
O foco da campanha é trazer conteúdos alternativos e educadores como alimentos saudáveis que ajudam a amenizar sintomas, como utilizar e cultivar as ervas medicinais, informativos sobre manutenção de saúde e prevenção de doenças.

O propósito da SEAGRO é ajudar as pessoas a cuidar da saúde de maneira natural, buscando resultados pela fitoterapia e práticas comuns, terapias que adotam o uso interno de substâncias de origem vegetal e mineral, as hortas domésticas e orgânicas, facilitando o acesso da população a alimentos com qualidade garantida.
Este alimentos livres de agrotóxicos e outras toxinas que fazem mal ao nosso organismo, se contrapõem às práticas populares de plantio do alimento, e que teve um grande declínio principalmente devido a urbanização, pois com o tempo e a falta de espaços físicos, a população foi se afastando dessas atividades agroecológicas.
Gostaríamos ainda de propor medidas de retomadas às hortas domésticas, que podem ser consideradas promotoras da saúde, além de serem econômicas e mais saudáveis. Sendo assim, a campanha “Plantando Alimentos, Colhendo Saúde”, nasce com o objetivo de incentivar as pessoas a optarem pelos alimentos naturais, buscando-os bem próximos e no seu cotidiano.
A proposta traz consigo métodos de interação com o público por meio de cartilhas, vídeos e outros meios de comunicação, de forma criativa e de fácil compreensão. As cartilhas terão conteúdo como dicas e explicações de maneira interativa e dinâmica utilizando recursos de linguagem como o “Você sabia?”. 
Faremos também podcasts com conteúdos de 5 a 7 minutos, em um bate- papo informal para esclarecer os assuntos abordados. Tais recursos serão utilizados para facilitar a comunicação com mais conteúdos e informações aos afiliados da CONAFER e à comunidade em geral. Como parte da campanha, traremos a proposta de um calendário anual elencando datas importantes relacionadas à saúde e ao meio ambiente.

Sobre a SEAGRO

VOCÊ SABIA?

Que nós da SEAGRO entendemos e acreditamos na produção de alimento saudável e sustentável, nas famílias envolvidas no cuidado do plantio, em um movimento que consegue interligar outros eixos centrais como o trabalho digno, o empoderamento feminino e a luta pela democracia?
Além disso, não podemos deixar de lembrar nesse momento tão difícil para o meio ambiente brasileiro, da nossa Floresta Amazônica e Pantanal mato-grossense, onde seguem com toda a riqueza de sua biodiversidade ameaçadas nas queimadas desenfreadas e criminosas, consequências aos desmatamentos irregulares nessas regiões.

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Lutamos e seguimos acreditando nas palavras assertivas de Ana Primavesi, inspiradora do Dia Nacional da Agroecologia comemorado no dia 3 de outubro em homenagem ao seu nascimento, em 1920. Ana Primavesi foi engenheira agrônoma, escritora e uma referência nos avanços de pesquisas sobre o manejo do solo de maneira ecológica. 
Para esta mulher visionária, “sem a natureza não existimos mais, ela é a base da nossa vida. Lutar pelas florestas, lutar pelas plantas, lutar pela agricultura, porque se não vivermos dentro da agricultura, vamos acabar. Não tem vida que continue sem terra, sem agricultura!”

Saúde no campo: conhecendo as doenças ocupacionais

O desenvolvimento da Agricultura Familiar, que hoje representa 90% da produção de estados brasileiros, em suas tarefas diárias, apresenta atividades que requerem esforços manuais constantes e rotineiros. Esses esforços são responsáveis por parte dos índices de problemas de saúde que acometem os trabalhadores e que muitas vezes levam a incapacidades para o trabalho.


POR QUE? Com o passar dos anos, os principais sistemas de funcionamento do corpo humano, começam a apresentar diminuição da sua capacidade funcional, ou seja, os movimentos diversos que são necessários no dia a dia do campo, passam a ser realizados com dificuldades, os indivíduos começam a apresentar desconfortos e dores com risco maior de ocorrência de lesões osteomioarticulares que afetam ossos, coração, articulações em função do envelhecimento fisiológico do organismo.

COMO? Movimentos repetitivos, realizados várias vezes no dia, em grandes períodos de tempo, em posições em que é preciso se abaixar no manuseio da plantação e ficar nessa posição por várias horas, capinar, regar, entre outros, podem desenvolver as
Doenças Relativas ao Trabalho (DORT) e as Lesões por Esforço Repetitivo (LER).

Mas nem tudo está perdido! A atividade física orientada e dirigida pode contribuir, ajudando a diminuir os sintomas e a prevenir essas doenças ocupacionais, melhorando a qualidade de vida no campo.

Nos próximos informativos, apresentaremos sugestões de como melhorar e prevenir
essas doenças.

Fique ligado!

Saúde no campo: Hidratação

Por Tâmara Camargo

Você certamente já reparou que nesta época do ano, o inverno, a nossa pele, o cabelo e o nosso corpo tendem a ficar menos hidratados. Isso acontece pela diminuição da umidade do ar e consequentemente pela menor ingestão de componentes essenciais como a água. Isso mesmo, no inverno nós consumimos menos água do que no verão. Mas isso está correto? Não! Diante dessa informação, é muito importante sabermos que no inverno precisamos dar mais atenção a esses detalhes para evitar a desidratação e outros problemas comuns nessa época do ano, como as gripes e os resfriados. Se você não tem o costume de beber água com frequência uma dica é deixar por perto uma garrafa cheia e sempre que olhar para ela tomar um gole, mesmo que sem vontade, assim você vai criar o hábito de beber mais água durante o dia e pode ter certeza, depois de um tempo você acostuma e não fica mais sem!
Mas se você é daquelas pessoas que tem muita dificuldade em beber água aposte nos chás das ervas que você provavelmente tem em seu quintal, como erva cidreira, alfazema ou camomila que possuem propriedades hidratantes além de garantir um sabor delicioso na sua bebida.
Saiba também que o ideal é ingerir no mínimo 2 litros de água por dia para garantir o bom funcionamento e a hidratação do nosso corpo.

FAFERMA do Maranhão denuncia ausência de ações contra a pandemia em aldeias indígenas  

da Redação
Autoridades falam em medidas sanitárias, mas os recursos e materiais anti covid-19 não chegam aos territórios
Quando não são motosserras e máquinas invadindo os seus territórios, ou o assassinato dos seus líderes, é a negligência do estado a que os povos originários são submetidos historicamente, e de forma mais dramática, nesta pandemia.
No Brasil, até ontem, o índice de letalidade pela covid-19 entre os indígenas estava em 14,5%, enquanto o índice na população em geral era de 6,5%. Lamentavelmente, foram 446 casos confirmados nas comunidades indígenas e 110 mortes que retratam um quadro de extrema preocupação. Entre os quilombolas, já foram registrados 150 casos da doença e 26 óbitos. Mais uma prova da elevada letalidade de uma população esquecida pelo poder público. São números que reafirmam o descaso das instituições responsáveis pelos cuidados e pela proteção dos povos originários e comunidades tradicionais.
Érika Nogueira, presidente da FAFERMA e ativista pelos povos originários e comunidades tradicionais, fala da situação sanitária em Arame, do Território Indígena Arariboia, distante 449 km de São Luís: “o que vejo e tenho acompanhado é que há medidas de proteção e prevenção sendo esquecidas, e a Secretaria Nacional da Saúde Indígena tem que tomar logo uma ação emergencial antes que aumentem os casos de forma descontrolada.” Érika diz que recentemente foi mostrada em rede nacional uma declaração do coordenador do DSEI, MA, que não condiz com a realidade atual das aldeias do Estado, ao afirmar que as equipes de saúde estão frequentemente nas aldeias no controle de prevenção da covid-19. E o mais inacreditável é o chefe do órgão ainda afirmar que existe distribuição de máscaras e álcool em gel, quanto todos sabemos que isto não é verdade. O que chega ao meu conhecimento é que não está existindo essa distribuição propagada dos itens essenciais para a proteção nessa pandemia.”

Érika Nogueira, presidente da FAFERMA do Maranhão

Para aumentar a dificuldade já imposta pela ineficiência na entrega de itens contra a covid-19, sabemos que as equipes médicas pelo país trabalham sem a proteção devida, como ocorreu recentemente em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, município com a maior concentração de indígenas do Brasil e que já tem 219 casos confirmados. Conforme divulgou a imprensa, 30 profissionais de saúde levaram o vírus para dentro das aldeias em suas visitas de rotina feitas de barco. Se inexistem investimentos suficientes para testes rápidos e equipamentos de proteção aos médicos e enfermeiros, muito menos para os povos tradicionais, recorrentemente subjugados, o que é inadmissível para uma sociedade que se diz civilizada.
Na última sexta-feira, dia 22, foi aprovado no Congresso o Projeto de Lei 1142/2020 que determina que o governo federal cumpra com as suas obrigações nos territórios indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, adotando medidas emergenciais, como o aumento do número de médicos disponíveis para o atendimento nas localidades, a ampliação do acesso a leitos de UTI, acesso a medicamentos e alimentos, além da restrição do acesso às aldeias por não indígenas. O PL 1142/20 determina a distribuição gratuita de materiais de higiene, limpeza e desinfecção nas aldeias e comunidades indígenas, direito a testes rápidos e RT-PCRs, além de medicamentos e equipamentos médicos adequados para o diagnóstico e o tratamento da covid-19. É importante acompanhar e pressionar a votação do Senado e a sanção presidencial para que se confirme a sua a sua aplicação imediata.
O fato, e o mais terrível, é que o tempo urge, e os riscos de uma tragédia anunciada aumentam cada vez mais. Para Érika Nogueira, “ o coronavírus pode entrar na aldeias de forma devastadora para os povos indígenas.” A presidente da FAFERMA, que vem do povo Tupinambá, finaliza com uma pergunta que muitos parentes querem resposta: “por que essa escala não pode ser alterada em favor e prevenção direta dos parentes indígenas?”

Câmara aprova medidas de saúde e apoio à produção para os povos tradicionais, mas salário mínimo na pandemia não passa

da Redação
Além de garantir segurança alimentar, projeto cria um programa específico de crédito para os povos indígenas e quilombolas no Plano Safra 2020
O Congresso aprovou ontem o PL 1142/20, um Projeto de Lei que impõe medidas de proteção nos territórios indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais. Ele foi batizado de Plano Emergencial para Enfrentamento à COVID-19 e institui medidas para prevenir a disseminação do novo coronavírus. Além de buscar melhores condições de saúde e de alimentação e favorecer o distanciamento social, o projeto determina ao Governo Federal que adote ações de ampliação do acesso ao auxílio emergencial, previsto pela Lei nº 13.982/2020, e a outros benefícios sociais e previdenciários em áreas remotas. No segmento da agricultura familiar, estão previstas ações de estímulo à produção, como apoio técnico e acesso ao crédito do Plano Safra.
Contra a pandemia, o projeto prevê entre as medidas emergenciais a serem adotadas a ampliação do número de médicos disponíveis para o atendimento nas localidades, a ampliação do acesso a leitos de UTI, a medicamentos e alimentos e a restrição do acesso às aldeias por não indígenas. A exceção ficaria por conta das pessoas responsáveis pela prestação de serviços públicos devidamente credenciados, como profissionais da saúde, servidores da Funai e demais órgãos públicos.
O índice de letalidade por Covid-19 entre indígenas é de 14,5%, enquanto o índice na população em geral é de 6,5% no Brasil. Já são 446 casos confirmados nas comunidades indígenas e 110 mortes. Entre os quilombolas, já foram registrados 150 casos da doença e 26 óbitos.
Medidas de prevenção e proteção à saúde previstas no PL 1142/20

  • Distribuição gratuita de materiais de higiene, limpeza e desinfecção de superfícies para aldeias/comunidades indígenas.

 

  • Formação de Equipes Multiprofissionais de Saúde Indígena (EMSI), qualificadas e treinadas para o enfrentamento à Covid-19.

 

  • Garantia de acesso a testes rápidos e RT-PCRs, medicamentos e equipamentos médicos adequados para o diagnóstico e o tratamento da Covid-19.

 

  • Organização de uma estrutura de atendimento de média e alta complexidades nos centros urbanos.

Medidas de segurança alimentar, apoio à produção agrícola e acesso ao crédito previstas no PL 1142/20

  • Distribuição direta de alimentos às famílias indígenas, quilombolas e dos demais povos e comunidades tradicionais, na forma de cestas básicas, além de sementes e de ferramentas de uso agrícola.

 

  • Suporte técnico e financeiro à produção dos povos indígenas, comunidades quilombolas e demais povos e comunidades tradicionais e também ao escoamento da produção.

 

  • Criação de um programa específico de crédito para os povos indígenas e quilombolas para o Plano Safra 2020.

O Projeto de Lei determina ainda a adoção de medidas de simplificação das exigências documentais para acesso a políticas públicas, de forma a criar condições para a manutenção da segurança alimentar durante o estado de emergência e calamidade pública. O texto que previa um salário mínimo para os povos em situação de vulnerabilidade foi retirado da proposta final aprovada, que segue agora para o Senado Federal.

Deputados cobram proteção específica aos indígenas diante do novo coronavírus

FONTE: Agência Câmara
Tramitam na Câmara propostas voltadas à saúde dessas populações durante a pandemia da Covid-19
Diversos deputados apresentaram propostas para tentar deter a propagação do novo coronavírus entre os povos indígenas. As medidas vão desde projetos de lei sobre ações “urgentíssimas” até uma proposta de fiscalização e controle das iniciativas em curso pelo governo federal. Todos os textos são coletivos, assinados por integrantes da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos dos Povos Indígenas, coordenada por Joenia Wapichana (Rede-RR).
“A Secretaria Especial de Saúde Indígena [do Ministério da Saúde] tem feito seus esforços, mas a gente precisa registrar que, por conta de a população indígena ter uma organização coletiva, são necessárias medidas específicas”, disse Wapichana.
Um projeto de lei (PL 1142/20) assinado pela deputada Professora Rosa Neide (PT-MT) e outros seis parlamentares trata de “medidas urgentíssimas” de apoio aos indígenas para mitigar os riscos da Covid-19. O texto prevê auxílio familiar mensal de um salário mínimo, distribuição de alimentos e medicamentos, ampliação emergencial do número de profissionais de saúde, garantia de testagem rápida para os casos suspeitos de novo coronavírus e medidas restritivas de circulação nas aldeias. Outras populações em situação de vulnerabilidade social – como quilombolas, ribeirinhos e pescadores – também seriam beneficiadas.
Recursos
Joenia Wapichana, juntamente com outros 13 deputados, apresentou projeto (já protocolado na Secretaria-Geral da Mesa, mas ainda sem número) que prevê um mecanismo de financiamento específico para as medidas de emergência nas comunidades indígenas. A deputada cita os surtos históricos de gripe, sarampo, tuberculose, varíola e outras doenças infectocontagiosas que acometeram os indígenas, principalmente os povos isolados ou de recente contato.
Fiscalização
Além disso, há uma proposta de fiscalização e controle (também pendente de numeração apenas) dos procedimentos administrativos e eventuais omissões da União e do Ministério da Saúde na implementação de ações de enfrentamento da Covid-19 junto nas comunidades indígenas. O texto sugere a criação de um “gabinete de crise” diferenciado, que leve em conta as especificidades étnicas, sociais, linguísticas e culturais dos povos. Esse texto foi apresentada por 11 deputados de cinco partidos de oposição, liderados Wapichana.
“Em Roraima, temos poucas informações de casos de coronavírus em comunidades indígenas, porém é preciso reforçar a fiscalização para que programas do governo de incentivo à entrada de missionários nas populações isoladas não se concretizem”, defendeu a parlamentar. “São povos que estão mais vulneráveis ainda.”
Fronteiras
O deputado Marcelo Ramos (PL-AM) também chamou a atenção para a situação dos indígenas do estado dele.
“Temos a área da tríplice fronteira Brasil-Colômbia-Peru com muitas populações vulneráveis, povos indígenas com baixa imunidade e nenhuma UTI naquela região”, alertou. “Se for mantida essa porta de entrada, vamos ter o caos absoluto no interior do Amazonas.”
O site da Secretaria Especial de Saúde Indígena apresenta orientações específicas a serem seguidas nas Casas de Saúde Indígena (CASAIs) e nos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs), além de esclarecimentos sobre isolamento, quarentena e notificação de casos.

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Saúde e Bem-estar

FONTE: ONU
Nós demos grandes passos para reduzir a mortalidade infantil, melhorando a saúde materna e combatendo a AIDS/HIV, malária e outras doenças. Desde 1990, houve uma queda de 50 por cento no número de crianças mortas por essas doenças, resultado de iniciativas globais de prevenção. Os índices de maternidade materna diminuíram 45 por cento em todo o planeta. Novas infecções por AIDS/HIV caíram mais de 30 por cento entre 2000 e 2013, e mais de 6.2 milhões de pessoas deixaram de ser infectadas por malária.
Apesar do incrível progresso,  mais de seis milhões de crianças continuam morrendo, anualmente, antes de completarem o quinto aniversário. 16 mil crianças morrem todos os anos de doenças que podem ser prevenidas, como a tuberculose e o sarampo. Todos os dias centenas de mulheres morrem ao longo da gravidez ou de complicações do parto. Em muitas áreas rurais, apenas 56 por cento dos nascimentos são feitos por profissionais qualificados. A AIDS é a principal causa de morte entre adolescentes da África subsaariana, uma região que continua seriamente devastada pela epidemia do HIV.
Essas mortes podem ser evitadas por meio da prevenção e do tratamento, educação, campanhas de imunização e cuidados de reprodução sexual. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecem um compromentimento ousado para acabar com a epidemia de AIDS, tuberculose, malária e outras doenças transmissíveis até 2030. O foco é alcançar o acesso universal à saúde, fornecer acesso a medicamentos acessíveis e de qualidades e vacina para todas e todos. Apoiar a pesquisa e o desenvolvimento de vacinas é parte essencial desse processo.

Convênio para aplicar R$ 35 milhões em alimentos para indígenas e quilombolas

FONTE: Jornal de Brasília
A entrega destes alimentos será de responsabilidade da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)
Em meio à pandemia de coronavírus, o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos assinou convênio que aplicará R$ 35 milhões para compra de alimentos aos povos indígenas e comunidades quilombolas ameaçadas.
A entrega destes alimentos será de responsabilidade da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O termo de compromisso foi assinado pela secretária Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Sandra Mara Volf, e pelo presidente da Conab, Guilherme Bastos Filho.
O acordo prevê “aquisição e disponibilização de alimentos para povos e comunidades tradicionais (indígenas e quilombolas) em situação de vulnerabilidade em relação à sua segurança alimentar e nutricional em face da pandemia de coronavírus”.